Policial

‘Enxugando gelo’, lamentou secretário, pedindo discussão sobre punição.

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A Polícia Civil, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado(Gaeco) do Ministério Público e a Subsecretária de inteligência detiveram 12 pessoas nesta quinta-feira (5) em uma operação de combate ao tráfico em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Segundo as investigações, pelo menos 30% dos integrantes da quadrilha são menores de idade. O traficante Schumacher, apontado como o chefe do tráfico na região, segue foragido.

“Temos 30% da quadrilha composta por menores de idade. Praticamente metade da quadrilha com uma folha criminal bem extensa, incluindo homicídio, latrocínio e tráfico de drogas”, explicou Fabio Galvão, subsecretário de inteligência da Secretaria de Segurança.

25 presos

De acordo com a Subsecretaria de Inteligência, 13 pessoas já haviam sido presas durante as investigações. Nesta quinta, seis suspeitos foram presos e seis menores, apreendidos. No total, 25 suspeitos já foram detidos, incluindo os menores.

“Os adolescentes, anteriormente, ocupavam funções de menor importância. Hoje, alguns são gerentes gerais de bocas de fumo. Outros, sem antecedentes, são postos como aviões. Alguns têm funções de contenção”, disse Daniel Braz, promotor do Gaeco.

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O secretario de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, comentou que, enquanto a legislação não mudar com relação a menores de idade, a policia carioca vai “enxugar gelo”:

“A atuação de menores em altas posições no trafico é uma tendência que esta aumentando nos últimos anos. Essa é uma realidade na maior parte das favelas do Rio, temos dados sobre isso. Já se passou da hora de se rever as punições para eles”, exclamou o secretário.

Segundo o secretario, mais de 30 mil pessoas foram presas em 2014. Destes, pelo menos três mil voltaram ao presídio no mesmo ano. “Às vezes, um trabalho de sete, oito meses de investigação é jogado fora, e a policia tem que investigar de novo”, lamentou.

Morte de policial

Segundo a Subsecretaria, as investigações começaram em agosto de 2014, após a a morte do policial Militar David Athanazio.

“A partir disso, começamos a investigação e prendemos um dos supostos autores, um menor de idade. Foi feito o pedido de quebra de sigilo telefônico de traficantes, e a partir disso identificamos mais envolvidos com o tráfico e especificamos a função de cada um dentro da organização”, explicou Daniel Braz. “Pedimos a apreensão de 12 menores envolvidos. Uma parte desses agentes ligados ao tráfico também praticava roubos, de veículos e pedestres”, explicou.

De acordo com a Subsecretaria de Inteligência, 13 pessoas já haviam sido presas durante as investigações. 12 pessoas haviam sido presas na operação até a manhã desta quinta, incluindo seis menores apreendidos. A operação seguiria durante a tarde.

Foram expedidos, no total, 37 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão para menores de idade.

Foram utilizadas 50 equipes, num total de 200 homens envolvidos.

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Fonte: G1

Foram apreendidas 70 cápsulas de cocaína e 10 trouxinhas de maconha.

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Um adolescente de 16 anos foi surpreendido pela Polícia Militar (PM) quando chegava à Petrópolis, na Região Serrana do Rio, com 70 cápsulas de cocaína e 10 trouxinhas de maconha no fim da noite deste domingo (1º). O menor foi abordado na Serra Velha da Estrela, por volta das 23h, dentro de um coletivo que faz a linha Magé-Petrópolis. A ação foi feita por agentes do DPO do Alto da Serra após receberem a denúncia sobre tráfico de drogas no trecho.

De acordo com os agentes, o adolescente confessou que havia comprado a carga na favela do Parque União, no Rio de Janeiro, para revender no município serrano. Ele não informou, no entanto, quanto pagou pela carga e disse que venderia o material entorpecente na comunidade do Morro Florido, na Estrada da Saude, onde mora.

Ele foi levado para a 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro, onde aguarda para ser apresentado, na manhã desta segunda-feira (2), à Vara da Infância e Juventude. O menor foi autuado pelo fato análogo por tráfico de drogas.

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Fonte: G1

Projeto de integração será coordenado pelo delegado Rivaldo Barbosa.

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O chefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, anunciou nesta quinta-feira (24) como vai funcionar o Departamento de Homicídios, criado pela corporação para integrar as delegacias que funcionam na capital, em Niterói e São Gonçalo e na Baixada Fluminense.

Entre as novidades da unificação está a criação de um Grupo Especial de Defesa Institucional que vai investigar crimes contra juízes, parlamentares, policiais militares, servidores públicos e jornalistas. Um delegado será designado para cuidar exclusivamente desses casos. “O combate à criminalidade não se sustenta apenas com a polícia. A mídia faz parte desse enfrentamento. Tem que ter alguém em defesa deles também”, disse o delegado Rivaldo Barbosa, delegado titular da DH-Capital e coordenador da Divisão de Homicídios.

Veloso também anunciou um estudo para que a divisão passe a investigar crimes cometidos durante os autos de resistência. Com a criação da divisão também haverá a padronização da perícia.

Como já acontece na DH de Niterói/São Gonçalo, a DH Capital e Baixada terão um Núcleo de Atendimento a Crimes Homofóbicos.

A criação do departamento tem o objetivo principal de agilizar a elucidação do grande número de homicídios no estado. O projeto apresentado pelo Chefe da Polícia nesta quinta foi aprovado pelo governo estadual, e vai coordenar as ações das três delegacias.

Rivaldo Barbosa disse que a preocupação é com o aumento dos crimes na Baixada Fluminense. Segundo ele, a região foi responsável por 40% dos homicídios no ano passado. O foco principal é o combate ao tráfico de drogas e a milícia que atuam na região. As três delegacias vão fazer ações conjuntas no combate a esses crimes.

O número de homicídios na capital está em queda e esse tipo de experiência será levada para a Baixada Fluminense. Ele também disse que o aumento dos crimes Cabo Frio, na Região dos Lagos, preocupa a corporação.

Durante a entrevista coletiva na Cidade da Polícia, foi apresentado o novo delegado da Delegacia de Homicídios da Baixada, Fabio Cardoso. Na delegacia de Niteroi, o titular é Fabio Barucke.

Os policiais que vão trabalhar na divisão de homicídios serão capacitados e vão receber um “brevê”, como já acontece com a Core. O novo símbolo foi apresentado pelo delegado.

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Fonte: G1

Ele tinha cinco mandados de prisão pendentes e foi encontrado após uma denúncia anônima.

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Flagrado em casa com um pequeno arsenal e dezenas de caixas de cosméticos roubadas, Rone Nunes Gonçalves, o Xuxa, de 33 anos, foi preso nesta terça-feira em Coelho da Rocha, Meriti, por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Ele tinha cinco mandados de prisão pendentes e foi encontrado após uma denúncia anônima.

Xuxa abriu a porta e permitiu a entrada dos policiais da especializada. Após uma revista no imóvel, foram encontrados três revólveres calibre 38, uma réplica de fuzil AK-47 e munição, além dos produtos roubados.

— Informalmente, ele revelou que a carga foi roubada em janeiro, em São João de Meriti, por ele e por comparsas da quadrilha, que age em toda a Baixada — destacou o delegado Márcio Braga, titular da DRF, que vai entregar o caso à Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), para que dê prosseguimento às investigações do bando.

Rone foi preso em flagrante pelos crimes de receptação e porte ilegal de arma — mais duas autuações para sua ficha criminal. De 2002 a 2009, foram oito anotações, por roubo, receptação, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma e formação de quadrilha.

Ele já esteve preso. No entanto, em 2003, após receber o benefício para cumprir pena no regime semiaberto, voltou a cometer crimes.

Atuação também no interior

De acordo com as investigações da polícia, o criminoso não atuava somente na Baixada, mas também no Rio e até mesmo no interior do estado. Segundo os agentes, os crimes pelos quais Rone foi autuado foram cometidos em Campos Elíseos, em Duque de Caxias; Vilar dos Teles, em São João de Meriti; em Irajá, na Zona Norte do Rio; e em Três Rios, no Centro-Sul Fluminense.

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Fonte: Extra

Em Niterói, policial civil voltava da Sapucaí e morreu no bairro Fonseca. Em Nova Iguaçu, tiroteio em padaria atingiu policiais militares.

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Dois policiais, um militar e um civil, foram mortos na manhã deste domingo (22) em diferentes ações criminosas registradas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

Em Niterói, o policial civil Thiago Tomé de Jesus, lotado na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi morto por volta das 6h no bairro Fonseca.

A vítima estava de folga e voltava do Sambódromo, no Rio, onde ocorreu o desfile das escolas de samba campeãs do carnaval carioca, quando criminosos tentaram roubar o veículo onde ele estava com a mulher. Segundo a polícia, Thiago teria reagido, mas sua arma não funcionou no momento da ação. Ele acabou baleado e morreu. Ninguém foi preso.

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Troca de tiros na Baixada

Ainda nesta manhã, dois policiais militares foram alvejados durante troca de tiros com assaltantes em uma padaria da região central de Nova Iguaçu.

De acordo com a DHBF, que investiga o caso, três PMs tomavam café quando três homens invadiram o estabelecimento e anunciaram o assalto.

 No enfrentamento, um policial ficou ferido na perda, mas sem gravidade. O outro, identificado como Pedro Gabriel Ferreira, de 25 anos, teve que ser encaminhado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu aos ferimentos. Um terceiro PM que também estava no local não foi atingido. Até o momento, nenhum suspeito foi detido.

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Fonte: Portal G1

Decisão foi tomada após investigações da Operação Compadre.

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A Corregedoria Interna da Polícia Militar excluiu 43 policiais militares da corporação após investigações da Operação Compadre, realizada em 2012. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (21) no Boletim Interno da PM do Rio.

Os expulsos são suspeitos de terem cometido crimes de concussão (que consiste em exigir vantagem indevida em razão de função pública) e extorsão após cobrarem propina de comerciantes em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

Seis Procedimentos Administrativos Disciplinares (PADs) foram concluídos e, segundo apuração da Corregedoria, a atitude dos policiais prejudicava o policiamento na área do 14º BPM (Bangu). Com isso, deixavam de servir à população e ignoravam o combate ao transporte irregular de vans, kombis e mototaxistas.

A decisão foi tomada após os acusados serem submetidos a um conselho de disciplina, onde foi verificada a existência de fortes indícios que apontavam para práticas criminosas e graves transgressões disciplinares

A “Operação Compadre” foi desencadeada em 2012 e contou com a participação de agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, da Corregedoria da Polícia Militar, além do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público.

Questionada pela reportagem sobre qual foi a alegação de defesa dos policiais acusados, a corporação informou que não tinha esses dados para divulgação.

Segue a lista com o nome dos policiais excluídos:

3º Sargento Alexandre da Silva

Cabo Wilson Eduardo Nogueira Santos

Cabo Leandro do Nascimento Coelho

Soldado João Paulo Gomes da Costa

1º Sargento Laelson Ferreira Cabral

3º Sargento Marcelo Machado

3º Sargento Waltermir Monteiro da Silva

2º Sargento Gilson Ferreira de Magalhães

2º Sargento Alexandre Pereira Soares

3º Marcelo Thomé Ribeiro

3º Sargento Alexander Mattos Vieira

Cabo Davi Santos de Souza Cruz

3º Sargento Marcelo de Andrade Coelho

1º Sargento Luiz Cláudio dos Santos Reis

2º Sargento Marcelo Ferreira Gomes

3º Sargento Marcos André da Silva

3º Sargento Cesar André Loyola

Cabo Marcus Vinícius Lima Bindi

Cabo Cláudio Augusto Rodrigues da Silva

Cabo Eduardo Cândido de Moraes

1º Sargento Renato Novoa Vaz

1º Sargento Jorge Luiz Gualberto Gomes

2º Sargento Wilson Ferreira de Magalhães

3º Sargento Marcelo José Conceição de Souza

Cabo Luciano de Souza da Silva

1º Sargento Eduardo Manoel de Carvalho

3º Sargento Carlos Alberto de Oliveira

Cabo Rodrigo da Silva Miguez

Cabo Rodrigo da Silva Rodrigues

3º Sargento Cristiano da Silva Martins

Soldado Marcio da Silva Fontes Alves

1º Sargento Oldair Vargas Correa

1º Sargento Amarildo Marins da Conceição

1º Sargento Leonardo Costa

1º Sargento Radson de Oliveira Bispo

Cabo Fábio da Silva de Brito

Cabo Luiz Augusto dos Santos Firmino

Cabo Luiz Américo Souza da Silva

1º Sargento Izanildo Silva Pereira

1º Sargento Marco Cesar Braga da Silva

3º Sargento Carlos Henrique Nunes Laranja

3° Sargento Leandro Pereira Lima

3° Sargento Ronaldo Ferreira da Silva

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Fonte: G1

 

Fred Miesino reagiu a uma tentativa de assalto, segundo a polícia. Turista estava acompanhado da mulher no momento do crime.

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Policiais da Divisão de Homicídios buscam câmeras de segurança instaladas no Centro do Rio, para tentar identificar criminoso que esfaqueou turistas alemães nesta terça-feira (17). As informações são do Bom Dia Rio.

Segundo a polícia, Fred Miesino, de 51 anos, resistiu a um assalto, brigou com o bandido e acabou sendo atingido. A tentativa de assalto foi na Rua Uruguaiana. O turista alemão e a mulher dele foram rendidos por um homem e ameaçados com uma faca. Sybele Jurth, de 52 anos, também ficou ferida. Os dois foram socorridos e levados para o hospital, mas Fred não resistiu e morreu.

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Os policiais da Divisão de Homicídios já ouviram a turista. Ela prestou depoimento com ajuda de um intérprete do consulado alemão. O criminoso ainda não foi identificado. O corpo do turista foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).

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Fonte: Portal G1

 

Comando da Polícia Militar de Magé, responde ações criminosas com aumento de monitoramento e vigilância, obtendo êxito nas incursões.

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Policiais Militares do setor de radiopatrulha “F” do 34°BPM, em patrulhamento pela rua Olívio de Matos, próximo ao Parque Humaitá avistaram um caminhão que estava sendo rendido por dois elementos, um deles conseguiu escapar e o outro foi detido.

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Policiais Militares do PATAMO II do 34°BPM, patrulhavam a área do bairro Jardim Nazareno, em Piabetá, quando tiveram a atenção voltada para dois indivíduos,um deles, menor de idade em uma motocicleta sem placa,  policiais ao verificarem a situação do veículo, constataram que o veículo havia sido roubada, surpresos com a ação dos agentes, informaram que a motocicleta era emprestada por um terceiro indivíduo. Sem comprovarem o fato e diante das evidências a dupla foi encaminhada para 61 DP para ser lavrado o auto de flagrante.

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No bairro conhecido como “Fonte”, policiais seguiram para alto do morro com objetivo de esclarecer a reunião de vários indivíduos que se encontravam em ação suspeita. Ao avistarem a viatura da PM de Magé, iniciaram sucessivos disparos de arma de fogo contra os Policiais.

No local foram da incursão, policiais apreenderam, 85 pinos de pó branco, 6 sacolés de pó branco e 18 tabletes de maconha, 1 revólver cal.32 com 4 munições intactas.

Populares informaram que os elementos entraram em um veículo e fugiram, policiais militares do setor de radiopatrulha “bravo” e “Charlie” conseguiram efetuar cerco e deter os 6 elementos (3 deles menores de idade).  Reconhecidos como autores dos disparos, foram encaminhados para 65 DP de Magé, para registro da ocorrência.

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Antonio Alexandre, Magé Online.com

Uma sindicância será aberta para apurar o desaparecimento do arsenal.

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Pelo menos 26 armas que pertencem à Polícia Militar desapareceram de um depósito que funciona no Centro de Suprimento da corporação, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. O sumiço do armamento foi descoberto em uma inspeção, feita no local, no dia 2 de fevereiro.

Entre as armas que desapareceram, estão 11 fuzis, três metralhadoras, três espingardas, três rifles, uma pistola e dois revólveres, bem como uma quantidade de munição ainda não contabilizada. Uma sindicância será aberta para apurar o desaparecimento do arsenal.

De acordo com nota da PM, a inspeção no Centro de Suprimento ocorreu após o comando da Polícia Militar determinar, no dia 14 de janeiro, uma auditoria nas cargas de material bélico da corporação. É a segunda vez, em quatro meses, que o sumiço de armas é constatado em unidades da PM do Rio.

No dia 29 de outubro, foi descoberto que 23 pistolas haviam desaparecido da reserva de armamento do Centro de Manutenção de Materiais que funciona dentro do Batalhão de Choque, na Cidade Nova, no Centro do Rio. A PM não informou como estão as investigações em torno dos dois casos.

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Fonte: Extra

 

 

 

Os três vão responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro e organização criminosa.

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Uma lista de propina foi encontrada na casa de um dos três policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) presos, nesta sexta-feira, acusados de extorquir dinheiro de donos de empresas que gerenciam frotas de caminhões, alegando a prática de crime ambiental. A folha, escrita à mão, estava na residência de Conrado Zimmermann Coimbra. A operação foi feita por agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (GAECO), com apoio da Corregedoria-Geral Unificada (CGU).

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No papel, há as inscrições “J” e “F”, que, segundo as investigações, são as iniciais do sobrenome de Diogo Ferrari e de Jesus, o apelido de Anderson Pinheiro Rios – os outros inspetores presos. Estão escritos ainda nomes que seriam de pessoas ligadas às empresas e valores que, provavelmente, foram pagos por elas. As negociações das propinas eram feitas na própria sede da delegacia, na Cidade da Polícia.

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O agentes da Subsecretaria descobriram que o grupo simulava um flagrante de crime ambiental por parte das empresas. Em seguida, de acordo com as investigações, os funcionários da firma eram encaminhados à DPMA. Os policiais da especializada buscavam, ainda, segundo a investigação, obter um pagamento mensal, como a garantia de que a empresa não seria mais importunada pela equipe da delegacia.

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As equipes fizeram buscas nas casas dos três policiais e na própria delegacia, na Cidade da Polícia. Os três vão responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro e organização criminosa. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências dos policiais e na sede da DPMA. Os agentes responderão pelos crimes de extorsão, extorsão mediante sequestro e organização criminosa.

Fonte: Extra

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