Policial

Os agentes fingiram aceitar o valor e Adilson usou seu celular para chamar dois mototaxistas.

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Policiais do Batalhão de Choque (BPChoque) prenderam um homem após ele ter oferecido R$ 10 mil para não ser levado para a delegacia. Adilson Rosa Lima Junior, de 24 anos, foi abordado pelos agentes na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Depois dos agentes terem encontrado 0.9 gramas de maconha com ele, Adilson foi avisado que seria encaminhado para a delegacia. Para evitar ser levado, ele ofereceu o dinheiro aos PMs.

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Os agentes fingiram aceitar o valor e Adilson usou seu celular para chamar dois mototaxistas. Os homens chegaram ao local com o valor todo em espécie, oferecendo aos policiais. Os três foram levados para a 22ª DP (Penha) e presos em flagrante. Adilson irá responder por porte de drogas, corrupção e associação para o tráfico. Marcus Vinicius de Oliveira Barros e Alexsandro Souza da Silva responderão por corrupção e associação para o tráfico.

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 Fonte: Extra

 

 O pedágio de 300 caixas de cerveja estipulado pelos bandidos.

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Há dez dias, uma cervejaria está proibida de entrar na favela Vila Aliança, em Bangu, por ordem do tráfico de drogas. O motivo: funcionários da empresa se recusaram a pagar o pedágio de 300 caixas de cerveja estipulado pelos bandidos. Comerciantes da favela e funcionários da cervejaria contam que, no último dia 14, uma terça-feira, cerca de dez bandidos armados abordaram um caminhão da empresa na Estrada do Taquaral, um dos principais acessos da favela, e avisaram que a entrada dos veículos da marca estava proibida. Desde então, caminhões da empresa não fazem entregas dentro da comunidade e nem circulam pelas redondezas.

— Agora, nós estamos tendo que buscar todos os produtos que essa cervejaria vende (cerveja e refrigerantes) em depósitos na Zona Oeste, o que encarece demais o custo, por causa do transporte — afirma um dono de um bar situado dentro da Vila Aliança, que pediu para não ser identificado.

Segundo o comerciante, a quantidade de cerveja pedida pelos traficantes seria usada para abastecer a Parada Gay da favela, realizada no último domingo, e bailes funk realizados pelos traficantes.

Por telefone, um funcionário da empresa confirmou a denúncia.

— Isso mesmo, tem duas semanas que não estamos entregando nada na Vila Aliança. Na segunda-feira, atendi todo mundo, mas na terça-feira não teve como liberar pedido nenhum para a favela. Os caras (traficantes) pararam o caminhão na terça-feira. Aí o supervisor da entrega passou para o supervisor da venda que não podia mais entregar — afirmou o homem.

Na última segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) transferiu a votação em cinco escolas dentro da Vila Aliança para fora da favela. A decisão, da juíza da 24ª Zona Eleitoral, Paula Fernandes Machado de Freitas, foi motivada pela falta de segurança no local e pela presença de traficantes armados, o que demandaria a mobilização de um grande contingente de policiais para fazer o patrulhamento nos colégios.

Um dia depois, o plenário do TRE-RJ reformou a decisão. Na favela, onde votam 30 mil eleitores, policiais precisaram usar blindados para se locomover no primeiro turno.

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Fonte: Extra

 

 

 

Três pessoas ficaram feridas no confronto.

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O policiamento no Complexo do Lins, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio, está reforçado, na manhã desta quinta-feira. Os agentes estão em busca dos bandidos que trocaram tiros com agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, na noite desta quarta, e incendiaram dois contêineres usados pelos PMs. Um menor suspeito de participação nos ataques foi apreendido e levado para a 25ª DP (Engenho Novo).

A troca de tiros no Lins foi por volta das 21h. Três pessoas ficaram feridas no confronto: um policial, um, menor e um jovem de 22 anos. Logo depois, a base da UPP, na Rua Dona Francisca, foram atacadas. Bombeiros foram acionados para controlarem as chamas. De acordo com os PMs, pertences dos agentes foram roubados. Um carro da polícia também teria sido depredado.

Enquanto o fogo cruzado acontecia, moradores da região ficaram assustados. Pelas redes sociais, eles relataram como estava a situação. “Tiros no Lins agora. Na altura da comunidade da Cachoeirinha”, escreveu um usuário do Twitter. “Galera, cuidado. Muitos tiros na região do Lins. Rajadas! Muitas!!!”, informou outro.

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 Fonte: Extra

 

Carretas da empresa foram perfuradas por disparos.

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Três caminhões da Souza Cruz foram rendidos, na manhã desta quinta-feira, na Pavuna, na Zona Norte do Rio. Segundo agentes do 41º BPM (Irajá), cerca de 20 criminosos, fortemente armados, renderam os motoristas dos três veículos logo na saída do depósito da empresa. A polícia foi acionada e seguiu os veículos roubados. Houve troca de tiros alguns metros depois. Segundo as primeiras informações, dois bandidos ficaram feridos no confronto. Carretas da empresa foram perfuradas por disparos.

O caso aconteceu por volta das 10h30m. Segundo testemunhas, todos os bandidos estavam armados com fuzis. A carga de cigarros foi toda recuperada pela polícia.

Dois caminhões foram abandonados na Rua Palas após o confronto com a polícia. Um terceiro teria sido levado para a Estrada Botafogo. Após abandonarem os veículos, o bandidos fugiram em quatro picapes pretas. Eles fecharam a Av. Pastor Martin Luther King e seguiram para a Fazenda Botafogo. O caso será registrado na 39ª DP (Pavuna).

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Fonte: Extra

 

 

Criminosos teriam perguntado às vítimas se eram traficantes.

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O menino de 12 anos que sobreviveu à chacina de segunda (13) em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, contou a investigadores da Polícia Civil que só escapou de ser assassinado porque as balas dos criminosos acabaram, pouco depois de ser atingido na barriga. Antes, eles perguntaram aos seis jovens se eram traficantes. Os outros 5 morreram.

Em nota, a Anistia Internacional condenou a violência e lembrou que o Brasil é um dos países com mais homicídios no mundo. “A Anistia Internacional manifesta seu repúdio à violência indiscriminada que atinge os jovens brasileiros, em especial moradores de favelas e bairros de periferia”, diz o texto.

O delegado titular da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, Pedro Henrique Medina, disse nesta terça-feira que a principal linha de investigação da chacina ocorrida na noite de segunda (13) no Parque Paulista é a ação de grupos de extermínio. Por volta das 20h30, um bando de cinco criminosos encapuzados chegou de carro e atirou contra os seis jovens que tinham entre 12 e 21 anos. Segundo a policia, três morreram no local e outros dois após atendimento no hospital. O único sobrevivente foi o menino de 12 anos, que segue internado.

“Ainda estamos apurando a motivação dos crimes. É um caso difícil, já que os atiradores usavam toucas ninjas. Pelo modus operandi, tudo indica que foi uma ação de um grupo de extermínio”, explicou.

De acordo com o delegado, um dos jovens mortos tinha passagem pela polícia. Policiais da Divisão de Homicídios dizem que o motivo da prisão seria por roubo. Para o titular, essa informação ainda não indica uma motivação para as mortes. “Apesar da passagem, ainda não é possível fazer alguma ligação”, disse Medina.

Ainda segundo o delegado, a polícia já realizou ações contra o tráfico e contra grupos de milícia anteriormente na região do Parque Paulista. No entanto, ainda é prematuro definir se os ataques teriam partido de um desses grupos.

“Ainda vamos ouvir familiares em um segundo momento. A linha de investigação de grupos de extermínio pode significar uma ordem para limpar a área, por exemplo. Existem ações como essa que estão inseridas no contexto de atuação da milícia ou da briga de facções, mas ainda é prematuro dizer”, declarou.

Os jovens maiores de idade foram identificados como Denis Alberto de Jesus e Paulo Sérgio, ambos de 18 anos. Um deles, segundo testemunhas, estaria usando uniforme da escola. Segundo moradores do local, os menores se conheciam e estavam juntos na rua na hora do crime, após uma partida de futebol.

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Pedido de paz e justiça

Moradores do Parque Paulista se reuniram na esquina das ruas 36 com a 22, local dos crimes, com cartazes pedindo paz e o fim da violência na região. Segundo eles, as mortes foram uma “covardia”.

“Eles passaram atirando por volta de 20h30 da noite. Foi uma covardia, poderia ter sido qualquer um de nós. Eram crianças que estavam voltando para casa depois do futebol”, explicou a cunhada de uma das vítimas, que preferiu não se identificar.

Por volta das 11h desta terça, ainda era possível ver um lençol e sacos plásticos sujos de sangue no local das execuções. A PM fazia patrulhamento na região.

Para a população, o bairro sofre com a falta de policiamento ostensivo e com o aumento dos assaltos. “Saio para trabalhar com medo, os bandidos chegam armados e roubam todo mundo no ponto de ônibus”, relatou outra moradora, que também preferiu ter sua identidade em sigilo.

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Fonte: G1

Delação premiada de um PM ajudam a desvendar a organização criminosa.

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Depois da prisão de 16 pessoas numa operação que desmontou um grupo de policiais do 17º BPM (Ilha do Governador) suspeitos de extorquir dinheiro de traficantes da Ilha do Governador, promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), da Promotoria da Auditoria Militar e agentes Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública, investigam outros batalhões do estado.

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De acordo com o promotor Alexander Araújo de Souza, informações que já estão sendo apuradas há muito tempo dão conta de que o esquema de corrupção e pagamento de propina ocorrem não só no 17º BPM. Outros batalhões receberiam ilegalmente pagamentos de propina para não reprimir o tráfico, não reprimir o transporte alternativo ilegal e achacar comerciantes.

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“Além das informações já recebidas, contamos com a delação premiada de um dos policiais militares envolvidos no esquema do 17º BPM, que decidiu colaborar. Isso possibilitou que se pudesse desvendar toda a organização criminosa que existia ali, da cúpula ao escalão mais baixo”, disse o promotor, acrescentando que imagens das câmeras de segurança e das patrulhas possibilitaram, por exemplo, descobrir o desvio de fuzis que não foram apresentados e traficantes ilegalmente liberados.

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Segundo o promotor, essas informações vão permitir que se chegue a outros policiais envolvidos e outras formas de corrupção que podem estar sendo praticadas dentro dos batalhões.

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“É inadmissível o que está acontecendo atualmente. Tudo isso está sendo investigado a fundo”, disse o promotor.

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Fonte: G1

A segunda vítima, de 27 anos, viu fotos de Geovan nas redes sociais e o reconheceu.

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Uma segunda vítima reconheceu Geovan Rangel Simeão, de 26 anos, como autor de um estupro que sofreu há sete anos, em Guapimirim. Ele está preso deste o último dia 22 na 67ªDP, no município da Baixada Fluminense, após ter sido reconhecido por uma adolescente de 17, que sofreu um estupro no dia anterior, no bairro Vale do Jequitibá.

Segundo policiais da 67ªDP, a adolescente contou que foi agarrada, teve a boca tampada e foi arrastada para um terreno abandonado, onde foi violentada. A vítima identificou Geovan em imagens feitas por uma câmera de segurança e a polícia encontrou o suspeito. Na casa dele, os agentes acharam a roupa usada no dia do crime.

A segunda vítima, de 27 anos, viu fotos de Geovan nas redes sociais e reconheceu o autor do estupro que sofreu em janeiro de 2007. Ela contou que foi abordada na Praça Emancipação, no bairro Cotia, foi agarrada e teve a boca tampada. Depois, a vítima disse ter sido arrastada para um terreno baldio e violentada.

A Justiça concedeu a Geovan uma ordem de prisão temporária pelo prazo de 30 dias.

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Fonte: Extra

 

 

Operação Ave de Rapina cumpriu 16 mandados de prisão.

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O comandante do 17°BPM, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, e outros 15 policiais militares lotados na unidade foram presos, na manhã desta quinta-feira (9), em uma ação da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Segurança com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público. Ao todo, os agentes cumpriram 16 mandados de prisão e 43 de busca e apreensão na Operação Ave de Rapina.

Segundo a secretaria, as investigações constataram o envolvimento de policiais militares lotados no 17º BPM com traficantes de drogas na Ilha do Governador. Entre os presos está o atual comandante do batalhão, tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel, que segundo informações contidas no boletim interno da PM, foi nomeado para assumir o CPE (Comando de Policiamento Especializado). Ele ainda não havia assumido o novo posto porque, até esta quinta-feira, a mudança não havia sido publicada em Diário Oficial. A alteração faz parte de uma série de trocas de comando realizadas pela PM após a Operação Amigos S.A, que prendeu mais de 20 policiais do 14º BPM (Bangu), suspeitos de corrupção.

O 1º tenente Vítor Mendes da Encarnação, que chefiava a P2, como é chamado o setor de inteligência do batalhão, também foi capturado na operação.

Sequestro de traficantes

De acordo com o MP-RJ, os PMs presos também estão envolvidos no sequestro de dois grupos de traficantes na cidade, no dia 16 de maio deste ano. Um deles seria do Morro do Dendê, Ilha do Governador, e o outro grupo de criminosos comandaria o tráfico em comunidades de Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, segundo nota, os policiais teriam exigido R$ 300 mil para a libertação dos traficantes.

Os policiais receberam a informação de que traficantes armados sairiam da Ilha, pela Estrada do Galeão, em um Ford Ecosport vermelho. Na altura da cabine da PM da Base Aérea do Galeão, o veículo foi interceptado e cinco traficantes foram abordados (André Cosmo Correa Vaz, Rodrigo da Silva Alves, Evenílson Ferreira Pinto, Atileno Marques da Silva, o Palermo, e Rogério Vale Mendonça, o Belo).

A ação dos policiais foi flagrada por uma câmera de segurança no local da ocorrência. Com os traficantes foram localizados quatro fuzis, 18 granadas, três pistolas, oito carregadores e munição. Também foram roubados cordões de ouro e relógios.

De acordo com a denúncia encaminhada à Auditoria de Justiça Militar Estadual, ao chegar ao local da ocorrência, o 1° tenente Vítor Mendes determinou a divisão de tarefas entre os policiais e decidiu que seriam encaminhados à 37ª DP (Ilha do Governador) apenas três traficantes e um fuzil. Na época, a prisão dos três e apreensão de um fuzil foram registradas pela imprensa.

Os demais presos, Atileno Marques e Rogério Vale, que exerciam um papel de destaque na hierarquia do tráfico, foram levados para o bairro Itacolomi, ainda na Ilha do Governador, onde ocorreu a sequência da negociação. Os traficantes tiveram o resgate negociado com uma advogada e foram libertados sete horas após a prisão, mediante o pagamento de R$ 300 mil. Os policiais ainda venderam a traficantes do Morro do Dendê os três fuzis apreendidos, pelo valor de R$ 140 mil. O restante da apreensão foi dividido entre os PMs.

Ligação com chefe do tráfico

De acordo com as investigações, os policiais militares denunciados possuíam estreito laço com traficantes de drogas, em especial com o traficante Fernando Gomes de Freitas, conhecido como Fernandinho Guarabu, identificado como chefe de facção criminosa, que atua no Morro do Dendê.

Segundo a secretaria, foi comprovado que na ocasião do sequestro tanto o comandante do batalhão como o chefe do Serviço Reservado (P2) tiveram ciência do ocorrido e se beneficiaram financeiramente com o feito, sendo a quantia reservada ao comandante R$ 40 mil.

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Fonte: G1

A Secretaria de Segurança divulgou, em boletim reservado da PM.

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O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, está promovendo uma verdadeira dança das cadeiras nos comandos do batalhões da Polícia Militar, em resposta aos casos revelados de propina na cúpula do PM, após a Operação Amigos S.A, em que o comandante do 14º BPM (Bangu), Alexandre Fontenelle, acabou preso.

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A Secretaria de Segurança divulgou, em boletim reservado da PM, a troca no comando de sete batalhões, incluindo o 3º BPM (Méier), onde o primo do coronel Fontenelle foi preso e onde a Subsecretaria de Inteligência fotografou carros de luxo estacionados no pátio. Exonerado, sai o tenente-coronel André Silva de Mendonça e assume o ex-comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), tenente-coronel Wilman René Alonso, que estava no Comando de Operações Especiais (COE).

No Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE), Rogério Quemento Lobasso é o nome escolhido para o lugar de Washington Tavares Freire. Além dessas mudanças, o boletim reservado também informa outras seis alterações de comando, como no 17º BPM (Ilha do Governador), de onde sai Dayzer Corpas Maciel e entra Wagner Guerci Nunes. Na Baixada, Almyr Cabral Mendonça deixa o comando do 20º BPM (Mesquita), substituído por Antônio Marcos Netto dos Santos, que estava no 21º BPM (Queimados).

 Reprodução de parte do boletim reservado da PM:

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 Fonte: Extra

 

 

Pelas redes sociais, moradores falam do confronto alguns dizem que bailes funks voltaram a ocorrer na favela.

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Um policial militar foi baleado na cabeça durante tiroteio na tarde desta segunda-feira no Complexo do Lins, no Lins dos Vasconcelos, na Zona Norte do Rio. De acordo com a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o agente da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Camarista Méier fazia patrulhamento de rotina, na localidade conhecida como “Gambá”, quando foi atingido pelos disparos. O estado de saúde do militar é considerado grave. Ele foi levado para o Hospital Naval Marcílio Dias, também no Lins.

Funcionários da unidade de saúde, que fica nas proximidades do conjunto de favelas, também ouviram os disparos e ficaram assustados.

Pelas redes sociais, moradores falam do confronto alguns dizem que bailes funks voltaram a ocorrer na favela e que o patrulhamento está ruim.

- A favela tá largada aqui. Não há patrulhamento de rotina  disse uma moradora, sem se identificar.

Segundo o CPP, o policiamento da comunidade está reforçado por agentes de outras unidades. Buscas estão sendo feitas na região, na tentativa de localizar o suspeito que atirou contra o policial. A ocorrência foi feita na 26ªDP (Méier).

Tiros na Maré

Moradores do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, também relatam um intenso tiroteio na comunidade da Vila do João, no início da tarde desta segunda-feira, alguns dizem o barulho dos tiros são intensos.

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Fonte: Extra

 

 

 

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