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Seis elementos foram presos em flagrante vendendo drogas.

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Policiais do 34º BPM de Magé, prenderam em flagrante a quadrilha que comercializava drogas no bairro de Nova Marília, primeiro distrito do município de Magé.

Policiais do setor Bravo, juntamente com a supervisão, procuravam um dois integrantes da quadrilha, que segundo a população local, era conhecido por caminhar pelo bairro exibindo um fuzil. Após receberem denúncias na central de operações do batalhão, policiais procederam para o local e constataram a denúncia, prendendo seis jovem cometendo o crime.

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Na operação, foram arrecadados armamentos, munições e cocaína, já embaladas para comercialização.

Todos os envolvidos no evento criminoso foram encaminhados para a 65ª DP de Magé e deverão ser autuados por associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, formação de quadrilha, porte ilegal de armamento de fogo e outros artigos previstos no código penal.

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Antonio Alexandre, Magé Online.com
Fonte: Ascom/34ºBPM-Magé 

 

 

 

 

 

PM preso no RJ tinha R$ 97 mil em casa, diz PF.

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Um capitão reformado da Polícia Militar foi preso nesta segunda-feira (15) pela Polícia Federal em Niterói, Região Metropolitana do Rio, por suspeita de chefiar de uma quadrilha que fraudava o INSS, causando prejuízo de mais de R$ 5 milhões. Segundo a PF, além de Manoel Enilton Souto Medeiros, dois despachantes também estão envolvidos. Um quarto suspeito ainda é procurado.

Na casa do policial, que fica no bairro Engenhoca, foram apreendidos R$ 97 mil em dinheiro, documentos falsos, carimbos alusivos a órgãos públicos, cartões de recebimento de benefícios previdenciários fraudulentos e extratos de saques de benefícios. No local também foram encontradas nove armas de fogo e cerca de 500 munições de uso restrito. O PM foi autuado em flagrante por posse ilegal de armas e munições.

Essa foi a segunda fase da Operação Highlander e contou com o apoio da Assessoria de Pesquisas Estratégicas do Ministério da Previdência Social. A quadrilha utilizava beneficiários fictícios, criados a partir de documentos falsos, para obter fraudulentamente benefícios de aposentadoria por tempo de contribuição. Durante as investigações, os policiais federais verificaram que as fraudes vinham sendo perpetradas há mais de 20 anos.

Foram cumpridos um mandado de prisão temporária, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva, expedidos pela 2ª Vara Federal em São Gonçalo.

O preso será transferido para a Unidade Prisional da Polícia Militar. Os integrantes da quadrilha responderão por estelionato qualificado, formação de quadrilha e falsificação de documentos, cujas penas podem chegar a 13 anos.

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Fonte: G1

Miliciano contava com a lei do silêncio que impera na Zona Oeste para que seus crimes permanecessem sem punição.

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Quando foi preso por agentes da Divisão de Homicídios, em 1º de julho deste ano, o ex-PM Marcos José de Lima Gomes, o Gão, só tinha um mandado de prisão pendente contra ele. À época, ele chefiava a maior milícia do Rio, e contava com a lei do silêncio que impera na Zona Oeste para que seus crimes permanecessem sem punição. Entretanto, com a sua prisão, delegados e agentes da especializada se debruçaram sobre casos em que a participação de Gão era suspeita e, graças a depoimentos de testemunhas e resultados de perícias técnicas, conseguiram provas suficientes para concluir que o miliciano foi responsável direto pela morte de três pessoas entre dezembro de 2013 e junho deste ano.

Uma das investigações, concluída na última quinta-feira e enviada à Justiça com mais um pedido de prisão preventiva para o miliciano, provou que os disparos que acertaram Alexander de Castro Santos e Juliano Cesar Viana Madeira, no dia 24 de junho de 2014, partiram da arma pessoal de Gão, um fuzil. Delegado responsável pelo caso, Henrique Damasceno enviou as cápsulas e projéteis encontrados no local do crime, a oficina mecânica de Alexander, para o confronto balístico. O exame deu positivo para o fuzil apreendido no carro de Gão no dia de sua prisão.

Arma pessoal de Gão levou polícia a acusá-lo de mais um homicídio

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— O crime foi cometido de forma brutal. Alexander foi alvo de mais de 50 disparos, segundo o exame cadavérico. Graças à apreensão da arma, conseguimos provar que Gão havia participado da execução — afirma o delegado.

Segundo o relatório do inquérito, Juliano era funcionário da oficina de Alexander, que, por sua vez, tinha ligação com milicianos e estava ameaçado de morte. Em 2011, uma operação da PF demonstrou a participação do homem nos negócios da milícia. Alexander foi detido quando chefiava um grupo de 40 homens que expulsou moradores e invadiu uma área em Santa Cruz para extrair ilegalmente argila, barro e areia para obras do Arco Metropolitano.

Testemunha resolve contar o que sabe

Parentes de Carlos Alberto da Silva comunicaram seu desaparecimento em dezembro do ano passado. Até hoje, ele nunca foi encontrado. Entretanto, um outro inquérito da DH revela que Carlos Alberto foi assassinado pela milícia. A conclusão só foi possível graças ao depoimento de uma testemunha que, por conta da prisão de Gão, tomou coragem e, em setembro, contou detalhes do homicídio.

Alexander, Juliano e Carlos Alberto: Gão é acusado da morte dos três

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A testemunha revelou, em depoimento, que Carlos Alberto negociava a venda de lotes de um terreno em Campo Grande. Contudo, de acordo com o relatório de investigação, assinado pelo delegado Alexandre Herdy, Carlos precisaria da autorização da milícia para vender os terrenos no local. Num encontro, Toni Ângelo Souza Aguiar, o então chefe da milícia, hoje preso, “deferiu o loteamento, mas exigiu que numa parte do terreno fosse construído um campo de futebol, além do pagamento de R$ 300 por lote vendido”. Segundo o depoimento da vítima, após a prisão de Tôni Ângelo, em julho de 2013, Gão assumiu os negócios e resolveu tirar de Carlos Alberto o loteamento: em 20 de dezembro, quando chegava ao terreno, ele foi abordado por Gão, que atirou quatro vezes com seu fuzil contra o homem.

O depoimento da testemunha revelou que Carlos Alberto foi posto na mala do carro de Gão, “depois de roubarem todos os pertences de dentro do veículo” da vítima. Desde então, Carlos Alberto nunca mais foi visto. Atualmente, Gão responde na Justiça pelo homicídio.

Segundo o relatório da investigação, o QG da milícia é um salão de festas com piscina na Avenida Cesário de Melo, quase na entrada da favela de Antares. Lá, Toni Ângelo e, depois de sua prisão, Gão recebiam os pagamentos oriundo de extorsões.

Um anel de ouro com o rosto do Batman foi apreendido pela DH na casa onde Gão foi preso, em Cosmos. O super-herói é o símbolo do principal grupo armado que atua na região, explorando negócios irregulares em, pelo menos, nove bairros. “Ao que parece, só integrantes da alta cúpula da milícia usam este anel”, afirma o delegado Rivaldo Barbosa, da DH. Gão também é acusado de participar da morte de um agente penitenciário, em julho de 2013, após uma troca de tiros, dentro de uma boate em Campo Grande.

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Fonte: Jornal Extra 

 

 

O caso será investigado pela 65ª DP de Magé, sob o comando Dr. Robson da Costa.

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Policiais Militares do Patamo 01 do 34°BPM-Magé, após receberem denúncia anônima via 190, denunciando envolvidos na morte do subtenente Jorge Henrique Xavier, de 54 anos, no distrito de Suruí, por volta das 21h, alvejado com pelo menos 17 disparos  de fuzil no dia 30 de novembro, quando retornava a sua casa.

Policiais procederam para a localidade conhecida como ‘Grotão,’ e encontraram vasto material entorpecente escondida na mata, próximo ao local do crime, em Suruí-Magé. Na investida policiais arrecadaram 1023 pinos de cocaína, 1088 sacolés de maconha e 1,5kg de maconha prensada.

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Segundo populares que não quiseram se identificar, o policial Xavier, era uma espécie de guardião contra a instalação de postos de distribuição de drogas na localidade. A apreensão de todo material foi encaminhado para 65ª DP de Magé e será investigado afim de esclarecer quem eram os traficantes responsáveis pela carga armazenada no local. Segundo o delegado da 65ª DP de Magé, Dr. Robson da Costa, a polícia não tem confirmação entre o crime e a denúncia que levou a apreensão das drogas.

Três homens já estão presos e um foi assassinado em sua residência. A população de Suruí, evita falar sobre o evento que vitimou o policial Xavier, temendo represália de possíveis grupos que ainda estejam escondidos no distrito.

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Antonio Alexandre, Magé Online.com

Fonte:

Vídeo obtido pela DHBF registra o momento da execução.

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                         Jeferson Luiz de Andrade, conhecido como Pimenta / Douglas Felipe de Oliveira Farias, o DG /  Alcinei Morais do Amaral, foragido

 

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 Policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), prenderam  dois suspeitos de envolvimento na morte do subtenente Jorge Henrique dos Reis Xavier, em Magé, na Baixada Fluminense, na noite do último sábado. Jeferson Luiz de Andrade, conhecido como Pimenta, de 22 anos, foi localizado por agentes na comunidade de Manguinhos, Zona Norte do Rio. Na véspera, Douglas Felipe de Oliveira Farias, o DG, de 27 anos, havia sido detido em casa, no bairro de Suruí, o mesmo onde ocorreu a execução, por PMs do 34º BPM (Magé).

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 Um vídeo obtido pela DHBF registra o momento da execução. Além disso, em um celular apreendido com Douglas, a polícia encontrou áudios gravados em que o criminoso relata como o crime foi cometido. A mensagem foi compartilhada com outros traficantes da região, que mantinham um grupo no aplicativo WhatsApp chamado “Reunião dos Crias”.

“A gente estava andando de carro, fumamos quatro baseados… Quando entrou na rua da escola, batemos de frente com ele. Foi um tal de destravar bico dentro do carro”, conta Douglas, que ainda descreve onde se escondeu após assassinar o PM: “Meti o pé direto com eles. Cheguei ainda agora, estava lá em Niterói”.

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 Há ainda um terceiro suspeito de participação no crime já identificado, porém ainda foragido: Alcinei Morais do Amaral, de 30 anos. As investigações apontam que o subtenente Xavier teria sido morto porque sua presença no bairro atrapalhava a atuação dos traficantes da região.

Duas semanas antes de ser morto, inclusive, o policial já havia escapado de um outro atentado praticado pela mesma quadrilha. Ele estava em um bar, quando homens armados chegaram atirando em sua direção. Jorge Henrique se escondeu atrás do balcão e revidou, obrigando os criminosos a fugirem. Ninguém ficou ferido.

Assista o vídeo no exato momento do crime:

Um outro Suspeito de matar PM foi assassinado em Suruí

Um suspeito de estar envolvido na morte do subtenente da PM Jorge Henrique Xavier foi assassinado dentro de casa, no bairro Santa Dalila, em Magé, na noite de ontem. Johnata Lira Silva, de 33 anos, estava tomando banho quando foi surpreendido por homens que invadiram sua casa.

- Ele estava ainda enrolado na toalha quando foi sumariamente executado com tiros na cabeça – disse o irmão de Johnata, Paulo Cézar de Andrade, de 43 anos, que esteve na 62ª DP(Imbariê) na manhã desta terça-feira.

Ele assistiu às imagens do momento em que o PM foi morto, e chegou a reconhecer o irmão como um dos atiradores. O vídeo, que faz parte do inquérito da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, está sendo mantido em sigilo.

- Pelo jeito de andar eu vi que era ele. Se for isso mesmo, ele fez por merecer. Mas uma coisa é certa: meu irmão não tinha cabeça para cometer um crime deste. Tem algo grande por trás – disse Paulo Cézar.

Agentes da DH-Baixada estão ouvindo, neste momento, Douglas Felipe de Oliveira de Farias, de 27 anos. Capturado na noite desta segunda-feira por policiais do 34 BPM (Magé), ele é outro suspeito de estar envolvido no assassinato do PM. Os investigadores aguardam duas testemunhas que têm condições de reconhecer o acusado, que pode ter a prisão pedida ainda nesta tarde.

Lotado no 16º BPM (Olaria), o PM Jorge Henrique Xavier foi assassinado com 17 tiros de fuzil na noite de sábado, quando chegava em casa, no bairro Suruí, em Magé. Foi no mesmo bairro que Douglas foi preso em flagrante, com munição para fuzil.

- Ele foi pego dentro de casa, onde estava com o filho de cinco anos. Quero saber a verdade, para contar para o meu neto, que está em estado de choque, se o pai dele é bandido ou não – disse a sogra de Douglas, Fátima Azevedo, de 45 anos, na porta da 62ª DP.

Segundo investigadores da Divisão de Homicídios da Baixada, a hipótese mais provável é que o subtenente Jorge Henrique Xavier tenha sido morto num acerto de contas, pois impedia que traficantes se instalassem no bairro Suruí, em Magé, onde nasceu e foi criado.

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Fonte: Jornal Extra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Policiais do 34º BPM (Magé) chegaram até ele após receber uma denúncia anônima.

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 Quatro suspeitos de matarem policiais militares foram detidos, na noite de segunda-feira e na madrugada desta terça. Em Bangu, na Zona Oeste do Rio, dois maiores e um menor que teriam participado da tortura e morte do soldado Ryan Procópio, lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy, foram flagrados num carro roubado. Já na Baixada Fluminense foi preso um homem que teria assassinado o subtenente Jorge Henrique Xavier, do 16º BPM (Olaria).

 Uma equipe do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) passava pela Avenida Brasil, altura de Bangu, por volta da 4h desta terça, quando abordou o Citröen preto em que estava o trio suspeito de matar Ryan. No carro, os PMs encontraram um fuzil. O menor, de 16 anos, teria confessado informalmente aos PMs a participação do trio na morte de Ryan.

 Além do adolescente, Fábio Ramos Monteiro, o Bigodinho, de 27 anos, e Alex Amaral dos Santos Teixeira, o Lequinho, foram levados para a 34ª DP (Bangu). Segundo policiais civis de plantão, ainda não há confirmação da participação dos três no assassinato do soldado. Os suspeitos ainda prestarão depoimento.

 No momento em que foi detido, o menor apresentava lesões pelo corpo e, por isso, foi medicado no Hospital estadual Albert Schweitzer, em Realengo.

 Já Douglas Felipe de Oliveira de Farias, de de 27 anos, foi preso em casa, na Rodovia Washington Luiz, altura do bairro Suruí, em Magé, na Baixada, por volta das 23h desta segunda. Policiais do 34º BPM (Magé) chegaram até ele após receber uma denúncia anônima. Segundo os agentes, o suspeito estava com munição para fuzil. Douglas foi levado para a 62ª DP (Imbariê).

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Mortes num intervalo de quatro dias

O soldado Ryan e o subtenente Xavier foram mortos num intervalo de apenas quatro dias. O policial da UPP foi encontrado morto na noite de segunda, na mala de seu carro, um Honda Fit preto, em Bangu, também na Zona Oeste. Ao saber do crime, a namorada do PM postou no Facebook a última conversa que teve com ele.

Segundo informações de amigos, o policial estava de folga e sem a carteira profissional. Ele teria acabado de sair da casa da namorada e parado num bar com outro policial. Ao deixar o local sozinho, teve o carro interceptado por bandidos na Estrada do Taquaral. Ryan teria sido levado para Vila Aliança e morto lá. O corpo tinha marcas de tiros e cortes – um dedo teria sido arrancado.

Já o subtenente Xavier foi morto no último sábado. Ele chegava em casa, no bairro Suruí – o mesmo em que mora o suspeito do crime detido -, quando foi alvo de vários disparos.

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Fonte: MageOnline.com/Extra

 

Vamos discutir no Congresso Nacional o que queremos na segurança pública.

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Desde o início deste ano, 102 policiais foram mortos no estado do Rio. Destes, 85 foram mortos em dias de folga e 17 em serviço. A estatística aumentou esta semana com a execução, na última segunda-feira (24), do soldado da Polícia Militar(PM) Ryan Procópio, 23 anos. Na terça-feira (25), o policial Anderson de Senna Freire foi assassinado na Avenida Brasil, em Guadalupe. Durante a semana, nove policiais foram baleados em diversas áreas da capital e região metropolitana.

As investigações sobre a morte do soldado Ryan, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Vila Kennedy estão sob responsabilidade da Divisão de Homicídios. O corpo do PM foi encontrado em Bangu, zona oeste, no porta-malas do próprio carro, com sinais de tortura e marcas de tiros de fuzil e pistola. Conforme a Polícia Civil, cinco pessoas foram ouvidas na especializada e nenhuma hipótese de motivação do crime será descartada. Agentes procuram testemunhas que possam ajudar a identificar os autores do crime.

Na terça-feira à noite, policiais do Batalhão de Irajá, na zona norte da capital, patrulhavam a Avenida Brasil, altura da comunidade do Muquiço, em Guadalupe, e foram surpreendidos por criminosos armados. Feridos, os policiais foram encaminhados ao Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, na zona oeste. Baleado na cabeça, o soldado Anderson de Senna Freire morreu durante a madrugada. Bruno de Morais teve o ombro esquerdo atingido e continua internado em estado estável.

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Em entrevista, Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro, disse acreditar na competência do comando interino da Polícia Militar, mas demonstrou preocupação com a vida dos agentes. Segundo ele, é necessária uma mudança estrutural na política de segurança pública.

“Há um equívoco de planejamento na atuação do policial na rua. Os agentes devem ter informações precisas e eficazes, como mapeamento da área por parte do serviço de inteligência, a fim de que possam se defender em caso de confronto com criminosos. Nos reuniremos com o novo comandante [Alberto Pinheiro Neto], indicado pelo secretário de Segurança,que tomará posse no próximo ano, e discutiremos medidas mais eficientes, além de reivindicações como planejamento tático e remuneração dos policiais”, concluiu.

Na manhã de ontem (26), o subtenente Paulo Araújo da Silva e o sargento Givaldo Rodrigues de Oliveira foram feridos durante tentativa de assalto na Avenida Francisco Bicalho, na zona portuária. Na troca de tiros, Elivaldo Angelino Ribeiro, 44 anos, que estava no sinal esperando para atravessar a rua, foi atingido na cabeça e morreu na hora. Os policiais foram levados para o Hospital Central da corporação e apresentam quadro estável.

Policiais militares do 3°BPM (Méier) informaram que um policial do Batalhão de São Cristóvão sofreu tentativa de assalto na Rua Chaves Pinheiro, no Cachambi. O policial foi ferido e encaminhado ao Hospital Central da Polícia. Seu estado de saúde é estável.

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Na tarde de ontem (26), a violência continuou na região metropolitana do Rio. O sargento da PM Alexandro da Silva Batista, de 39 anos estava em uma operação na Comunidade da Grota, em São Francisco, Niterói, quando criminosos efetuaram disparos contra os agentes, vindo a atingir o policial na coxa. Ele foi atendido e liberado em seguida no Hospital Azevedo Lima.

Á noite, o policial militar Alexandre dos Santos Alves, lotado no Batalhão de Niterói, reagiu a um assalto e foi ferido a tiros no ombro, próximo de sua residência, em Jardim Alcântara, em São Gonçalo. Ele foi socorrido no Hospital Alberto Torres, onde passou por cirurgia e continua internado.

De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), comparado com o mesmo período do ano passado, em outubro mês indicadores como homicídio doloso e latrocínio [ roubo seguido de morte) tiveram números reduzidos, enquanto outros ( homicídio decorrente de intervenção policial, letalidade violenta) aumentaram.

Representantes da Secretaria de Segurança Pública informaram que acompanham de perto o trabalho de identificação e prisão dos autores dos homicídios envolvendo policiais militares. Salientaram que a morte de um agente, além de dor para a família, é uma perda para estado e sociedade.

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O governador do estado, Luiz Fernando Pezão, defendeu  penas mais severas para esse tipo de criminoso. “Sofro, lamento muito e me solidarizo com as famílias dos policiais. A gente tem prendido 80, 100 pessoas na praia. Tem gente que já prendemos oito vezes. Vamos discutir no Congresso Nacional o que queremos na segurança pública. Acho que precisamos de penas mais severas para quem mata policiais”, acrescentou.

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Fonte: JB

O subtenente Xavier, lotado no 16º BPM (Olaria), chegava em sua casa em Suruí quando foi alvejado com 17 tiros de fuzil.

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Três policiais militares foram mortos em menos de três horas nas regiões da Baixada Fluminense e Zona Norte do Rio na noite deste sábado.

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O subtentente Jorge Serrão, do 21º BPM (São João de Meriti) foi morto durante uma tentativa de assalto por volta das 20h deste sábado. O crime aconteceu na Rua Lageado, na área do 9º BPM, em Rocha Miranda. O policial chegou a ser levado para a Clínica Médica Rocha Miranda, mas não resistiu aos ferimentos. Os bandidos fugiram.

ScreenShot009Subtenente Jorge Henrique Xavier do 16°BPM (Olaria)

Um outro PM também foi assassinado na Baixada Fluminense por volta das 21h. O subtenente Jorge Henrique Xavier, de 54 anos, foi morto no distrito de Suruí, por volta das 21h. Ainda não há detalhes sobre a dinâmica dos fatos. De acordo com o 34°BPM (Magé), Xavier era lotado no 16°BPM (Olaria) e foi alvejado com, pelo menos, 17 disparos quando chegava em sua casa. De acordo com policiais, ele foi alvejado com 17 tiros de fuzil, incluindo na cabeça.

O terceiro policial assassinado era lotado na UPP do Turano. O soldado Diego Santos, também do 21º BPM, foi alvejado por volta das 21h. Ele e o irmão estavam na favela do Dique, em Vilar dos Telles, na Zona Norte. Criminosos reconheceram o policial e atiraram contra ele e o irmão.

Ordem teria vindo do Comando Vermelho

Segundo informações, uma ordem foi dada pela facção Comando Vermelho para que criminosos exterminassem os policiais da região. Um PM acrescentou, ainda, que a ordem teriam vindo do presídio de Bangu 3.

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Fonte: O Dia

Já na Baixada Fluminense, quatro unidades tiveram os comandantes trocados.

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Vinte e oito oficiais perderam o comando de batalhões e de unidades da PM. Eles foram exonerados pelo comandante da Polícia Militar, coronel Íbis Silva. As exonerações foram publicadas no boletim da corporação deste sábado. A Polícia Militar confirmou que as mudanças tiveram o aval do futuro comandante da topa, coronel Alberto Pinheiro Neto, que deverá assumir o comando da PM em janeiro. Todos os comandantes, antes de serem nomeados, tiveram seus nomes checados pela Coordenadoria de Inteligencia e pela Corregedoria interna da PM, para saber se respondiam algum procedimento investigativo.

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Na capital, onze oficiais perderam o comando de batalhões. Entre eles estão os tenentes-coroneis Edison Duarte dos Santos Junior, que deixou o 4º BPM (São Cristóvão), Luiz Henrique Marinho Pires, que foi exonerado do 5º BPM (Praça da Harmonia), Luiz Octávio Lopes da Rocha Lima, que perdeu comando do 9º BPM (Rocha Miranda) e Luiz Carlos Leal Gomes, que saiu do 41º BPM (Irajá). Eles foram substituídos, respectivamente, por Rogério Quemento Lobasso (4º BPM), Ricardo Baker de Souza Faria (5º BPM), Luiz Garcia Batista (9º BPM) e Antônio Marcos Netto dos Santos (41ºBPM).

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Já na Baixada Fluminense, quatro unidades tiveram os comandantes trocados. O tenente-coronel Antônio Marcos Netto dos Santos deixou o comando do 20º BPM (Mesquita) e foi substituído pelo tenente-coronel Marcus Vinícius dos Santos Amaral. Em São João de Meriti, o tenente-coronel Roberto Christiano Dantas também foi exonerado. Quem assume o comando da unidade é o tenente-coronel André Santos de Souza. Já os tenentes-coroneis Almyr Cabral Mendonça e Carlos Eduardo Sarmento da Costa deixaram, respectivamente, os comandos do 24º BPM (Queimados) e o 34º BPM (Magé). Eles foram substituídos pelos tenentes-coroneis José Augusto de Oliveira Júnior (24ºBPM) e Ivan do Espírito Santo Ararújo( 34BPM).

As mudanças também atingiram o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e o Grupamento de Policia Ferroviária (GPFER). Neste último, o tenente-coronel Osmar Ricardo Matos Melo foi substituído no comando pelo tenente-coronel Luiz Arthur Viana Franco Castro. Já o tenente-coronel Rogério Figueiredo de Lacerda perdeu o cargo de comandante interino do CFAP, mas seu substituto ainda não foi anunciado.

Do total de oficiais exonerados, onze foram transferidos para a Diretoria Geral de Pessoal da PM (DGP), mais conhecida no meio policial como geladeira. Entre eles estão os coronéis Almyr Cabral Mendonça e Ramiro Oliveira Campos.

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Fonte: G1

 

 

 

 

Material pertencia ao tráfico e drogas da comunidade Vila Vintém.

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O sargento da Marinha Jerônimo Ronaldo Severino Pereira, de 42 anos, foi preso, por policiais da 6ª DP (Cidade Nova). Na garagem de sua casa, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, foram encontrados 10 fuzis, duas metralhadoras, nove pistolas e muitas munições.

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O material pertencia ao tráfico e drogas da comunidade Vila Vintém.

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Fonte: G1

 

 

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