Policial

As contas da corporação não são pagas há quatro meses.

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A Polícia Militar não paga as contas de água, luz, celular e o serviço de limpeza há quatro meses. A dívida é de R$ 31 milhões de reais. Serviços básicos como água e luz deixaram de ser pagos nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro do ano passado. As contas dos celulares também estão atrasadas.

Hoje a Polícia Militar informou a nossa equipe que a dívida com todas as concessionárias é de mais R$ 21,5 milhões. Segundo o comando, a PM também deve R$ 9,5 milhões à empresa que faz o serviço de limpeza dos batalhões. O total da dívida com água, luz, telefone e limpeza é de R$ 31 milhões.

De acordo com a PM, o comando da corporação tenta renegociar a dívida para que nenhum serviço seja interrompido. Na manhã desta quinta (29), em entrevista  o governador Luiz Fernando Pezão garantiu que tudo será pago.

“A gente teve problemas na nossa arrecadação, a nossa receita caiu. Estamos nos adequando fazendo uma série de pagamentos. O orçamento abriu essa semana. Nós estamos pagando esses fornecedores”.

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, também revelou que a pasta dele enfrenta problemas. “Água, luz e limpeza, manutenção de todo este prédio, que tem três secretarias, da qual, eu como secretário sou síndico do prédio, então tem uma série de despesas que envolvem isto e outras com fornecedores que dá na faixa de R$ 30 milhões. O atraso, muitas vezes, é questão de contingenciamento. Nós, uma vez tendo o dinheiro e tendo a dívida, a gente apresenta a fatura e o dinheiro é pago”.

José Mariano Beltrame garantiu que nenhum projeto será prejudicado. E também disse que o governador suspendeu o corte no orçamento da Secretaria de Segurança, que havia sido anunciado no início da semana. A redução poderia chegar a R$ 1,3 bilhão.

“Não há possiblidade de nós fazermos cortes aqui e ele me disse que não fará o corte exatamente nestas três principais áreas que é saúde, educação e segurança pública”.

Nós procuramos o Governo do Estado para confirmar a declaração do secretário de segurança. O governo confirmou que não haverá cortes nos investimentos em segurança, educação e saúde, mas afirmou que orçamento será revisto em abril. Em relação ao atraso de contas da PM, a Light, Ampla e Oi disseram que não estão autorizadas a divulgar informações de clientes. Nossa produção ainda aguarda a reposta da Cedae. Nós ainda tentamos contato com a CNS Nacional de Serviços.

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Fonte: G1

Na madrugada do dia 16 deste mês, em menos de três horas, tiroteios mataram onze pessoas em Magé, Mesquita e Nova Iguaçu.

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A violência na Baixada Fluminense assusta os moradores da região. Ao todo, 133 pessoas foram assassinadas em 2015 até esta terça-feira (27). Uma média de cinco homicídios por dia. Os suspeitos da morte da psicóloga Tayenne Rodrigues, Márcio Rocha da Silva e Carlos Henrique da Silva, foram transferidos da Delegacia de Homicídios da Baixada para Bangu, na Zona Oeste, no começo da tarde desta segunda.

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Tayenne, de 22 anos, foi assassinada na manhã no dia 1º de janeiro, perto de casa, em Belford Roxo, durante um assalto. A jovem foi a primeira vítima da violência na Baixada Fluminense este ano. Mas não a única.

No dia 2 de janeiro, mais uma morte. O policial civil Marcelo Castro Santos, de 40 anos, foi executado com cerca de 40 tiros, na Favela da Linha, em São João do Meriti. Um dia depois, Thuan Wallace Vieira, de 23 anos, morreu assassinado, em Belford Roxo. Até agora ninguém foi preso. Na madrugada do dia 16 deste mês, em menos de três horas, tiroteios mataram onze pessoas em Magé, Mesquita e Nova Iguaçu.

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De acordo com os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), em todo ano passado, quase duas mil pessoas foram mortas na Baixada. “Quem mata é o tráfico de drogas, e as milícias. A Baixada Fluminense está permeada por grupos de milicianos, grupos de extermínio, e esse é a nossa missão aqui: combater as milícias. Nós vamos fazer um trabalho intenso, de combate às pessoas que estão matando na Baixada Fluminense”, afirmou o delegado Wellington Vieira.

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Fonte: G1

Durante a ação, também foram apreendidos 15 galões de mil litros para armazenar o combustível e duas bombas.

Máquina usado para furtar gasolina

Policiais da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) foram checar uma denúncia de furto e adulteração de combustível, na manhã desta segunda-feira. No local, na Rua Vicente Neiva, em Saracuruna, foram encontrados três caminhões que iriam para postos e nove pessoas praticando o crime.

Segundo os agentes, o combustível retirado dos caminhões era substituído por uma substância mais barata, usada para camuflar a o furto. Durante a ação, também foram apreendidos 15 galões de mil litros para armazenar o combustível e duas bombas.

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Fonte: JB

Soldado Sullivan da Silva e Silva, da UPP Turano, estava ao lado de mais dois homens.

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Um soldado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Turano, na Tijuca, foi preso sábado à noite em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele estava com um carro roubado e armas com as numerações raspadas. Policiais do 34º BPM (Magé) contaram que patrulhavam a região quando desconfiaram de um veículo que circulava sem placas.

Ao abordar os três ocupantes do carro, viram que um deles era o policial Sullivan da Silva e Silva. Os PMs revistaram o veículo e acharam no porta-malas duas placas clonadas de outros automóveis. No interior do carro também havia duas armas adulteradas: uma pistola ponto 40 e um revólver calibre 38. Os outros dois homens, identificados como Lucio Cláudio Gomes da Silva e Jorge Petterson Sentanis Mota, foram levados junto com o soldado para a 61ª DP (Xerém), onde o caso foi registrado.

Na delegacia, todos os acusados prestaram depoimento. No entanto, os investigadores descobriram ainda, através da numeração do chassi, que o carro onde o trio estava havia sido roubado. O soldado Sullivan foi indiciado no inquérito por porte ilegal de arma de numeração raspada, receptação e formação de quadrilha.

O policial foi encaminhado para a 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), responsável pela apuração de crimes cometidos por policiais de UPPs. De lá, o PM foi transferido para a Unidade Prisional da corporação (antigo BEP). Além do inquérito da delegacia, o soldado também vai responder a outros dois procedimentos pela Polícia Militar — um processo administrativo e, em seguida, será submetido a Conselho Disciplinar, que vai apurar a conduta do agente e os indícios de crime. Ao final do processo, ele poderá ser expulso da corporação.

Os outros dois suspeitos, Lúcio e Jorge, também ficaram presos pelos mesmos crimes e foram encaminhados para a Polinter.

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Fonte: O Dia

 

Apreensões de armas, drogas, celulares e rádios de comunicação fazem parte de aparatos de criminosos em ações do crime.

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A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, através do 34º BPM- Magé, vive no mês de Janeiro de 2015, um dos momentos mais críticos da violência urbana. O Tráfico de drogas é sem dúvidas o protagonista do atual panorama de violência na cidade, a crescente movimentação dos traficantes na região advindos da capital do Estado é fruto da falta de políticas de segurança direcionadas paras as cidades mais distantes do Cento do Rio, os investimentos em UPP’s, veículos, armas e estratégias de inteligência são privilégios das comunidades próximas a “Cidade Maravilhosa,”,  empurrando o problema para municípios das periferias e Grande Rio. Desguarnecidos de número suficiente de efetivo policial, conta com a tropa local, comprometidos com a segurança da cidade, já que vivem e moram com suas famílias nessas cidades, um esforço natural na guerra pela sobrevivência.

Em verdade, o que acontece com esses operários da segurança em nossos municípios é o popular, “Enxuga Gelo,” muitas apreensões, prisões de criminosos, sem que tenham planejamento ou proposta para buscar resultados a curto, médio ou longo prazo, para soluções de combate ao crime organizado.

Magé e Guapimirim, vem a cada dia testemunhando aumentos de criminalidade e enquanto não haver uma proposta séria e esforços de todos os segmentos de segurança pública, seja do Estado ou dos municípios, não haverá mudanças, o panorama caótico das duas cidades cria um clima de total insegurança, sem que a população encontre a luz no fim do túnel.

Só nesta semana, posterior ao dramático final de semana, em que pelo menos doze pessoas foram vítimas de homicídio, tentativa de homicídios e roubo, a cidade bate o record nas apreensão de drogas e prisões de traficantes.

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Na segunda-feira, 19/01, várias ações em todos os distritos da cidade lotaram as delegacias de Magé, 65ª DP, Piabetá, 66ª DP e a 62ª DP de Imbariê, delegacia responsável pela central de flagrantes da região, que nesses casos de prisões e apreensões de drogas, são responsáveis pelos registros.

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Na terça-feira não foi diferente, acrescido de um homicídio no bairro do Capim, em Guapimirim.  Na quarta-feira, 21/01 policiais prenderam 4 mulheres e apreenderam uma menor, do grupo denominado, “Bonde das Calcinhas,” no bairro da Barbuda, no Jardim Nazareno, Piabetá dois homem foram presos depois de serem flagrados portando uma arma simulacro de pistola, onde minutos antes da prisão da dupla, os indivíduos foram reconhecidos por assalto. Na 67ª DP de Guapimirim, um homem foi flagrado próximo ao km 95 da rodovia, quando policiais da 2ª CIA de Guapimirim efetuaram abordagem encontrando de posse do indivíduo, vasto material entorpecente, a ocorrência foi encaminhada para 67 DP e posteriormente 62 DP.

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E até o final desta matéria, na quinta-feira, 22/01 ouras ações estavam em andamento nos dois municípios. O breve relato é para a sociedade mageense e guapimiriense, terem ideia a que ponto chegamos os nives de criminalidade, que caso nossos governantes não tomem medidas contundentes e rápidas, a crise poderá ser agravada, causando muito mais transtornos as cidades.

Está na hora dos prefeitos das duas cidades, proporem um pacto de combate a criminalidade, deixando de lado o discurso e propondo medidas eficazes ao Estado para diminuir a onda de violência que assola estas as cidades. Sob o risco de agravamento do aumento dos índices de criminalidade chegarem a patamares distantes de administração do segmento de segurança. Comerciantes, sociedade civil, Conselhos de segurança pública local, secretários e a todos os interessados de viver em paz nas suas cidades.

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Antonio Alexandre, Magé Online.com  

 

Homens em bicicletas atacaram grupo no bairro Flexeiras.

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Seis jovens foram baleados no fim da noite desta sexta-feira, no bairro Flexeiras, em Magé, na Baixada Fluminense. De acordo com o Serviço Reservado (P-2) do 34º BPM (Magé), dois homens em duas bicicletas dispararam contra o grupo, próximo à comunidade da Lagoa, controlada por bandidos da facção Amigos dos Amigos (ADA). Os criminosos fugiram.

Segundo moradores do bairro, uma disputa por pontos de tráfico de drogas na comunidade da Lagoa, os índices de criminalidade na cidade de Magé são alarmantes e preocupa autoridades e moradores.

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Cinco vítimas foram socorridas ao Hospital Municipal de Magé, a maioria com ferimentos nos braços e nas pernas. O sexto está internado no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. A polícia acredita que o incidente tenha motivação na guerra entre facções rivais. Um dos baleados tem passagem pela polícia. O caso foi registrado na 65ª DP (Magé).

O incidente em Magé ocorreu cerca de 24 horas após quatro pessoas serem mortas e dez ficarem feridas em nove ocorrências, em três municípios da Baixada Fluminense, noite de quinta-feira. Em São João de Meriti, o ex-PM Anderson da Paixão foi assassinado com mais de 15 tiros. Ele era investigado por atuação em uma milícia que atua na região e por participar de vários homicídios, segundo a polícia.

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes.

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Magé Online.com

 

Casos aconteceram em Nova Iguaçu e Mesquita, onde cinco pessoas foram baleadas em uma suposta tentativa de assalto.

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A noite de quinta-feira foi de violência nos municípios de Nova Iguaçu e Mesquita, na Baixada Fluminense. Em sete ocorrências, duas pessoas foram mortas e outras dez foram baleadas. Numa delas, cinco pessoas de uma mesma família foram feridas em uma suposta tentativa de assalto no bairro de Édson Passos, em Mesquita. Uma criança de um ano e seis meses e a mãe dela estão entre as vítimas.

A Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes ocorridas em Nova Iguaçu. No bairro de Comendador Soares, um homem identificado como Giovani Elias foi morto por um grupo de suspeitos a pé, no acesso à Rodovia Presidente Dutra. Segundo a polícia, ele, o pai e um funcionários deles jogavam entulho em um terreno baldio quando homens passaram pelo local. Desconfiados, os três tentaram ir embora, mas foram atacados a tiros pelos desconhecidos. Giovani ainda foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro, mas não resistiu. O pai e o funcionário nada sofreram.

Outro caso é o de Jonathan da Silva Reis. Ele chegou ao Hospital da Posse baleado com oito tiros e sem um dos pés. De acordo com as primeiras informações colhidas pelos policiais, ele é morador do bairro Ouro Fino e teria sido levado supostamente por parentes. Nenhum deles, porém, foi localizado pelos investigadores. A vítima morreu depois de dar entrada na unidade.

De acordo com a 53ª DP (Mesquita), os cinco baleados em Édson Passos seriam da mesma família e estariam voltando de uma igreja no bairro e sido vítimas de uma tentativa de assalto na Rua Corduva, na localidade de Santa Teresinha, por volta das 22h30. Na chegada de policiais do 20º BPM (Mesquita) ao local, as vítimas já tinham sido socorridas. Mãe e filha tinham sido levadas para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias. As outras três pessoas foram encaminhadas para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse. Eles foram identificados apenas como Camila, Stela, Raiane, Marcos Vinícius e Manoel Cássio. Não há informações sobre o estado de saúde delas.

Por volta das 23h30, Ubiraci Araújo da Fonseca, de 34 anos, e José André da Silva Junior, 24, foram baleados no bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaçu. Segundo policiais da 56ª DP (Comendador Soares), homens armados em um carro de cor escura atiraram contra as vítimas. Os dois estão internados no Hospital da Posse. Ainda de acordo com os agentes, Ubiraci tem passagens pela polícia por homicídios, roubo e formação de quadrilha. José André tem antecedente criminal por porte ilegal de arma.

Ainda em Nova Iguaçu, um homem que seria segurança de uma farmácia na Rua Otávio Moreira de Melo, 290, no bairro Mangueira, foi baleado. Testemunhas contaram que ocupantes de um carro, de placa não anotada, passaram pelo local disparando. Ela foi socorrido por um colega para o Hospital da Posse. os disparos assustaram moradores do Condomínio Residencial Iguaçu, que fica em frente. Devido às férias escolares, várias crianças brincavam na área de lazer do local.

Já no bairro Valverde, o ex-presidiário Leonardo da Silva Pereira foi perseguido e baleado por homens armados. Ele está internado no Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias. Segundo a PM, ele tem uma extensa ficha criminal. No bairro Corumbá, em Nova Iguaçu, Thiago Wilson Souza foi ferido à bala após reagir a uma tentativa de assalto. Inicialmente ele foi socorrido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e depois transferido para o Hospital da Posse.

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Fonte: O Dia

Postagens no Facebook ajudaram investigadores a identificar traficantes.

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Traficantes que atuam nos morros do Fallet e Fogueteiro, em Santa Teresa, no Rio, foram alvo na manhã desta quinta-feira (15) de uma operação coordenada pelo Ministério Público. O objetivo da ação é cumprir 15 mandados de prisão preventiva pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A maior parte dos criminosos denunciados pelo MP se exibia no Facebook portando armas e estimulando o ataque a policiais militares. Até as 9h15 desta quinta, quatro pessoas tinham sido presas em flagrante, mas logo depois uma delas foi liberada. Nenhum dos 15 mandados de prisão preventiva havia sido cumprido até o mesmo horário.

Para conseguir identificar os criminosos, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MP, contou com o apoio da Polícia Militar para filmar a atuação dos traficantes. Câmeras escondidas foram instaladas nas duas comunidades em dois principais pontos de venda de drogas.

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Traficante mostra no Facebook arma e a chama de “brinquedo novo”

Segundo o MP, as imagens gravadas permitiram o registro de toda a movimentação dos traficantes em vigilância e em fuga, o armazenamento das drogas e dar armas que a quadrilha ostentava.

A partir das gravações, as imagens captadas dos rostos dos suspeitos foram confrontadas com as fotografias dos suspeitos existentes no Portal de Segurança do Estado-RJ. Um software de última geração foi utilizado para a confirmação da identidade dos criminosos, segundo o MP. Outros, no entanto, foram reconhecidos por meio de fotografias publicadas por eles próprios nas redes sociais da internet, principalmente pelo Facebook.

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Mulheres também atuavam no tráfico de drogas e também se exibiam na rede social

 

Segundo o MP, alguns dos criminosos que se exibiam na internet ostentavam a posso de armas de grosso calibre, granadas, rádios transmissores e drogas. Alguns ignoravam o alerta de amigos de que aquela exposição poderia comprometê-los.

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Também por meio do Facebook, os agentes envolvidos nas investigações puderam identificar o chefe do grupo, que era exaltado em várias mensagens. Segundo o MP, trata-se de Paulo César Baptista de Castro, conhecido com “Paulin” ou “Paulinhozinho”

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Fonte: G1

Três homens desceram do carro e abordaram pedestres com com facas na mão.

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Três homens foram presos em flagrante assaltando pedestres na Rodovia Washington Luiz, a BR-040, na madrugada desta quarta-feira. As prisões foram realizadas por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com a PRF, policiais do Grupo de Patrulhamento Tático da 1ª Delegacia (Caxias) realizavam uma ronda pela rodovia quando avistaram um carro, com placa de Nova Iguaçu, fazendo o retorno e indo na direção de dois pedestres. Os policiais ficaram de longe observando a ação dos homens, que desceram do veículo com facas na mão e tentaram assaltar as vítimas.

Os agentes da PRF entraram em ação, renderam os criminosos e deram voz de prisão. Os bandidos, que têm idades entre 18 e 26 anos, não reagiram. Eles foram levados para a 61ª DP (Xerém), onde o caso foi registrado.

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Fonte: O Dia

Segundo os agentes, quem descobriu o abuso foi a mãe da vítima.

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A barba branca garantia ao neozelandês Paul Barry Clark a oportunidade de se passar por Papai Noel para se aproximar de crianças e, assim, abusar sexualmente delas. A manobra foi descoberta por policiais civis da 35ª DP (Campo Grande) após o suspeito ser denunciado por um menino de 9 anos. O estrangeiro foi preso no último sábado, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, e teve a prisão pedida à Justiça. Ele responderá por estupro de vulnerável.

Segundo os agentes, quem descobriu o abuso foi a mãe da vítima. Ela foi à delegacia desesperada depois de encontrar o filho com o dinheiro que, segundo relato do menino, havia sido dado por Paul após o abuso ser cometido. A vítima ainda contou aos policiais ter presenciado o neozelandês fazendo o mesmo com outras crianças, uma delas de apenas 6 anos.

Os agentes começaram investigar e constataram que Paul fingia ser papai Noel para oferecer dinheiro e abusar de crianças. Os policiais descobriram, também, que o estrangeiro já responde a outras três acusações de estupro de vulnerável, de crianças de 9 ,10 e 11 anos. Durante uma busca na casa do acusado foram apreendidos uma máquina fotográfica e um computador, onde a o menino de 9 anos disse já ter visto fotos e vídeos de menores com Paul. O material foi encaminhado para a perícia.

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Fonte: Extra

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