Policial

A prefeitura de Nova Iguaçu afirmou que já entrou em contato com o setor de informática, que, por sua vez, já contatou a Locaweb.

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O site da prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi invadido por hackers. Na manhã desta quinta-feira, em vez do portal, aparece a imagem de um monstro em cima de um tubarão, segurando uma metralhadora. Em alguns computadores, porém, aparece apenas a página em branco e o endereço do perfil de “Nightmare hacker Syria”, que contém posts relacionados a ataques a sites pelo mundo, além de outros relacionados ao Oriente Médio.

A mensagem que aparece no site da prefeitura de Nova Iguaçu, porém, está em português: “Aki é BR P***. Index cheia de frescura com protesto bla bla e meu P***! Aqui é Brasil, p***” e “um salve pra quem cola com noix. quem não com com noix vai tomar no c*”

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Nos computadores onde aparece a imagem, porém, o ataque é “assinado” por outro grupo, a comunidade “An0nL00c0R3z”, que, em seu perfil, postou sobre a invasão há treze horas, ou seja, por volta das 20h de ontem, quarta-feira.

Procurada, a prefeitura de Nova Iguaçu afirmou que já entrou em contato com o setor de informática, que, por sua vez, já contatou a Locaweb, empresa que hospeda o site da prefeitura, para que a mensagem seja retirada e os serviços restabelecidos. A prefeitura também informou pretende registrar o caso na polícia.
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Fonte: Jornal Extra

 

 

 

 

 

 

 

 

A medida foi motivada para ouvir réus acusados de tráfico de drogas no bairro da Lagoa.

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A ação penal que apura as responsabilidades de mais de 24 réus acusados por formação de associação criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico, teve nova audiência no Fórum da Comarca do 1º distrito do município de Magé.

Uma grande concentração de curiosos e parentes dos réus se misturavam ao grande aparato policial que reforçavam a segurança do Fórum no centro da cidade. Na audiência teve como objetivo apurar os fatos e examinar pedidos de advogados, que pedem a liberação de seus clientes. A convocação para oitiva foi marcada pelo juiz que conduz o processo 0010455-782013.8.19.0029, Dr. Flávio Quaresma e da promotoria do Estado.

Relembre o caso   

Em uma megaoperação com o apoio de um helicóptero e 280 agentes, montada na madrugada de 29-08-2014, a Polícia Civil prendeu 18 pessoas, desarticulando uma quadrilha acusada de movimentar cerca de R$ 30 mil com a venda de drogas. Até um taxista, que fazia ponto em frente à 65ª DP (Magé), responsável pela investigação, estava envolvido no esquema. Conversas grampeadas mostraram que Mário Melo Nogueira, usava a posição privilegiada para informar traficantes sobre a movimentação dos agentes e dos policiais militares do 34º BPM, próximo à delegacia.

Segundo a polícia, o chefão do grupo, o traficante Valdecir Rodrigues da Silva, conhecido como Ci, comandava as ações atrás das grades. Preso no presídio Vicente de Piragibe, em Bangu, ele foi flagrado em escutas telefônicas autorizadas pela Justiça enquanto ordenava ações dos criminosos, como venda de drogas e até homicídios.

O QG da quadrilha ficava na comunidade da Lagoa, em Magé. Mas o grupo, indiciado por seis homicídios, tráfico, corrupção de menores, roubos, lavagem de dinheiro e outros crimes, também agia em São Gonçalo, Duque de Caxias, Rio de Janeiro e Angra dos Reis. Segundo a investigação, os criminosos mantinham pelo menos oito contas bancárias a serviço do tráfico.

Em dez meses de investigação, a 65ª DP identificou 49 suspeitos, incluindo 12 mulheres e adolescentes. Nove dos suspeitos foram presos nos últimos meses. Outros dois morreram em confrontos com policiais militares. Na megaoperação, a Polícia Civil apreendeu R$ 15 mil em dinheiro, dois quilos de cocaína e cinco pistolas — quatro delas estavam na casa da mulher de Alexandre da Silva Costa, o braço direito da quadrilha. Ele foi preso quando estava com a amante em um motel em São Gonçalo.

Parte do grupo ouvido pelo poder judiciário nesta segunda-feira, 17/11, é acusada da morte do policial Fabio Melo da Silva, de 38 anos, e dois feridos, o comandante do 34º BPM (Magé), André Henrique de Oliveira Silva, atingido no dedão direito, e o subtenente Hebson Oliveira Carvalho, no braço, numa troca de tiros. O objetivo da ação era localizar três homens que seriam líderes da quadrilha que explora o tráfico de drogas no local: José Luiz Moreira da Silva Filho, conhecido como Zé Pequeno; Eduardo Pereira Maciel, o Eduardinho 2D; e Sérgio Luiz Rodrigues Pereira, o Salgueiro

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Acusados

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mageAntonio Alexandre, Magé Online.com

 

 

 

Foragido há mais de um ano, Pirata chora ao ser preso.

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Condenado a 57 anos de prisão por roubo, latrocínio, formação de quadrilha e tráfico de drogas, Ozea Fausto da Silva, o “Pirata”, de 39 anos, chorou ao ser preso, na manhã de hoje, por policiais civis de Volta Redonda, em Magé, cidade a 53 quilômetros do Rio. Foragido do sistema prisional desde 6 de setembro do ano passado, quando foi beneficiado pelo sistema semiaberto, ele foi localizado após uma informação passada ao Teia Invisível, disque-denúncia da Polícia Civil de Volta Redonda que atende pelo número 197.

O fugitivo foi encontrado numa casa na Avenida do Imperador, na Praia de Mauá. A residência estava sendo reformada. Apesar da simplicidade no interior do imóvel, os nove policiais que saíram de Volta Redonda para efetuar a prisão relataram que havia cinco homens trabalhando na reforma. A operação para prender o procurado foi batizada de “Pula Pirata” pelo delegado Antônio Furtado.

Pirata, segundo a polícia, seria chefe do tráfico de drogas na Vila Brasília, mesmo estando distante de Volta Redonda – o que ele nega. Na casa dele, foi apreendida uma pistola Taurus calibre 380 com sete balas. Ao ser abordado, ele apresentou uma carteira de identidade falsa, em nome de Alexandro Marques Colaço. “Por estes dois novos crimes ele pode ser condenado a mais 12 anos de prisão”, disse Furtado, na apresentação do preso, na tarde de hoje.

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FICHA EXTENSA – Pirata tem uma longa ficha criminal, que inclui uma condenação a 23 anos de prisão por um caso de latrocínio (roubo seguido de morte), ocorrido em 2002, em Barra Mansa: ele participou do assalto a um banco no Centro da cidade, que resultou na morte do sargento Luiz Carlos, da Polícia Militar.

O PM estava passando em seu carro que um dos bandidos decidiu tomar para fugir. Ao perceber que se tratava de um policial, ele atirou. A vítima perdeu muito sangue e não resistiu. Pirata nega que tenha sido ele o autor o disparo.

Antes, em 1991, ele já tinha sido sentenciado a 25 anos de prisão pela Justiça de Volta Redonda, por dois roubos qualificados. Outra condenação foi em 2003 (cinco anos e quatro meses de prisão), por tráfico de drogas. “Ele mesmo contou que passou pelo menos dez anos preso”, informou Furtado.

A ficha criminal de Pirata começou a ser escrita em 1995 (roubo) e prosseguiu em 1996 (roubo e formação de quadrilha), que lhe renderam a primeira condenação judicial: quatro anos de reclusão.

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Ao ser apresentado, o preso quase voltou a chorar dizendo que sentia a falta apenas da mulher e do filho de 2 anos e que, se pudesse fazer o tempo voltar, não teria se envolvido com o crime. Ele reclamou porque não conseguiu a liberdade condicional. Pirata não explicou porque tinha uma arma em casa se havia, como disse aos jornalistas, mudado de vida.

Antônio Furtado ironizou o preso que, ainda em Magé, teria dito aos agentes que tinha planejado levar seu passarinho de estimação para tomar um banho de sol: “Ele e o passarinho têm agora algo em comum: ambos estão engaiolados”.

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Logo depois da apresentação, Pirata foi encaminhado para a Casa de Custódia, onde ficará até ser transferido para uma unidade penitenciária do estado. Consta que, em 2002, quando foi preso pelo assalto ao banco, Pirata liderou um motim na carceragem de Barra Mansa (que ainda não tinha uma Delegacia Legal) e que teria arquitetado um plano de fuga no presídio onde cumpriu pena.

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Fonte: Focoregional.

Deusamar de Jesus Lima Rodrigues agora nega o crime.

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A empregada doméstica suspeita de tentar envenenar a ex-prefeita de Nova Iguaçu Sheila Gama foi apresentada pela Polícia Civil do Rio nesta sexta-feira. Ao encarar os jornalistas da 16ªDP (Barra da Tijuca), nesta sexta-feira (14), ela fez poses como o “beijinho no ombro”.

Segundo agentes da unidade, Deusamar de Jesus Lima Rodrigues, de 56 anos, foi capturada no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, quando tentava viajar para o Maranhão.

A delegada adjunta da 16 DP (Barra da Tijuca) disse que, durante a perícia realizada na casa da ex-prefeita Scheila Gama, dois frascos de chumbinho foram encontrados no quarto da empregada. De acordo com a delegada, a empregada substituiu os comprimidos de remédios de Scheila por chumbinho por estar com raiva de ter sido demitida. Ainda assim, Deusamar deixou a residência no fim de semana e voltou a trabalhar normalmente na segunda-feira (10), cumprido aviso prévio da demissão, e só confessou o crime na delegacia na madrugada de quinta (13). Ela era cozinheira e trabalhava há aproximadamente um ano na casa da ex-prefeita.

Deusamar já tinha passagens compradas para viajar para o Maranhão no dia 5 de dezembro. A Polícia Civil passou então a monitorá-la, sabendo que poderia adiantar a viagem, como aconteceu nesta sexta-feira (14). Funcionários da casa também disseram à polícia que Deusamar sempre falava mal da patroa, pois ela nunca elogiava as refeições preparadas por ela e era muito exigente.

A empregada foi indiciada pela prática de homicídio qualificado. A pena será de 12 a 13 anos. Ainda segundo a polícia, poderá ser pedido um exame de sanidade mental

Na manhã de quinta-feira (13), ela teria confessado à polícia que era a responsável pela intoxicação da patroa. Nesta sexta, aos jornalistas, ela negou qualquer crime. A ex-prefeita de Nova Iguaçu foi internada na segunda-feira (10) no Hospital Pró Cardíaco, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, em decorrência de uma intoxicação. Segundo o hospital, Sheila Gama permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e apresentava boa evolução clínica. Apesar de estável, o quadro de saúde inspirava cuidados.

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Fonte: G1

Gustavo Freixo foi encontrado em Maricá na casa dos pais.

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A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (12), o professor de história Gustavo Montalvão Freixo, de 31 anos, acusado de promover “aulas extras” com sexo e drogas em uma escola particular da Zona Norte do Rio. Ele foi denunciado pelo Ministério Público (MP-RJ) por tráfico de drogas e estupro de vulnerável.

Policiais da 38ª DP (Irajá) encontraram Gustavo Freixo na casa dos pais em Maricá, na Região dos Lagos do Rio. Contra ele foi cumprido mandado de prisão preventiva por tráfico de drogas, induzimento e instigação ao uso de drogas e estupro de vulnerável.

O delegado titular da 38a DP (Irajá), Paulo Henrique Pinto, informou que o professor não reagiu à prisão.

“Ele estava dormindo quando chegamos e foi preso. Ele está alegando inocência e disse que está tranquilo. Não houve qualquer tipo de reação por parte dele e ainda disse que é uma vítima do que a imprensa vem noticiando nos últimos dias”, disse o delegado.

Ainda de acordo com Paulo Henrique Pinto, Gustavo planejava fugir. “Não conseguimos encontrar nada que estivesse relacionado aos crimes, mas descobrimos que ele já estava planejando fugir. Estamos tentando entrar em contato com o advogado dele para darmos continuidade no caso”, contou o delegado.

Denúncia

De acordo com a denúncia, sete alunos – todos menores de idade- estariam envolvidos no episódio. De acordo com o MP-RJ, o professor deu LSD aos adolescentes, que teriam consumido a droga. Ele também teria beijado duas adolescentes e tido relações sexuais com uma delas. O caso aconteceu no dia 9 de outubro deste ano, na casa de um dos estudantes.

Foi feito um registro de ocorrência na 38ª DP (Brás de Pina). De acordo com a Polícia Civil, os jovens e funcionários do colégio foram ouvidos e os laudos analisados. O inquérito foi relatado à Justiça do Rio. A denúncia, assinada pelo promotor Alexandre Themístocles de Vasconcelos, diz que “o professor, no ambiente escolar, difundia entre os alunos do ensino fundamental a ideia do consumo de drogas”. Ainda de acordo com a denúncia, sob pretexto de dar aulas particulares de reforço, Gustavo “induziu os adolescentes a combinarem um encontro fora do horário escolar e longe da vista dos responsáveis”.

Segundo o MP, no local, o professor preparou uma macarronada e, logo após o almoço, dividiu a droga entre os alunos, recebendo a quantia de R$ 25 de cada um. Apenas uma delas recusou LSD. De acordo com a denúncia, os outros alunos usaram a droga. “Os demais alunos tomaram a droga, sentindo alucinações, paranoia, confusão e perda do controle emocional”, diz o texto.

Os abusos contra duas adolescentes aconteceram em seguida, segundo o Ministério Público, que destaca que o professor se aproveitou da falta de discernimento das vítimas, em razão do uso da droga.

“Logo depois de intoxicar dolosamente seus alunos, na sala daquela residência, na presença de todos, o denunciado, com vontade livre e consciente e intuito de satisfação da própria lascívia, praticou atos libidinosos com as adolescentes que não podiam oferecer resistência em razão dos efeitos decorrentes da droga. Com ambas (..), o denunciado trocou beijos lascivos e manteve contatos voluptuosos. (…) Prevalecendo-se da completa falta de discernimento da vítima, levou a adolescente para o quarto, constrangendo-a à conjunção carnal [relações sexuais]“.

De acordo com o MP-RJ, Gustavo teria confirmado à direção da escola que participou da reunião e do consumo de drogas.

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Fonte: G1

A PM afirmou que o policiamento foi reforçado.

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Pelo menos dois suspeitos morreram, na madrugada desta terça-feira, durante operação do 15º BPM (Duque de Caxias) na favela do Lixão, no Centro do município, na Baixada Fluminense. Segundo informações da sala de operações, um deles seria o chefe do tráfico da comunidade. Um menor de 17 anos também foi apreendido. Logo após a ação, um ônibus foi incendiado na entrada da favela, nas proximidades do terminal rodoviário da cidade. Moradores falam que o clima na região ainda é de medo. A PM afirmou que o policiamento foi reforçado.

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A operação começou por volta das 23h desta segunda-feira e tinha como objetivo combater o tráfico de drogas no Lixão. Houve tiroteio e Guilherme Jose Sanches, de 38 anos, conhecido como Bebezão, que seria o líder do tráfico, e Antonio Carlos Regis Pinheiro, o Pett, foram baleados. Eles morreram no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, para onde foram levados.

Durante a ação, a Polícia Militar ainda aprendeu um fuzil Colt M16, duas pistolas 9mm, várias munições calibre 5,56 e 9mm, nove aparelhos de celular, carregadores, 498 sacolés de cocaína e rádio transmissor. O caso foi registrado na 61ª DP (Xérem).

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Fonte: Extra

 

 

 

 

Aos agentes, Léo negou ter feito parte do grupo que invadiu a Mangueira.

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Apontado pela polícia como responsável pelos recentes ataques no Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, Leonardo da Costa, o Léo 22, foi preso nesta sexta-feira, por policiais da 39ª DP (Pavuna). Ele se apresentou na delegacia e recebeu voz de prisão. O traficante será transferido para a Polinter.

Aos agentes, Léo negou ter feito parte do grupo que invadiu a Mangueira. E contou que se entregou por temer ser morto.

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Léo era um dos bandidos mais procurados do estado. Nesta terça-feira, o Disque-Denúncia (2253-1177) havia anunciado o aumento da recompensa por pistas que levassem à captura de Léo de mil reais para R$ 20 mil.

Segundo investigações da polícia, além dos ataques, Léo seria o responsável por mandar matar cinco pessoas, ligadas a sua própria facção. O crime ocorreu após o assassinato de um adolescente, na semana passada, na Mangueira. Esse grupo teria ido para um campo de futebol dentro da comunidade, e disparado a esmo, atingindo Caio Martins Ferreira, de 17 anos. Ele jogava futebol num campinho.

Os corpos dos supostos responsáveis pelos tiros foram encontrados num Siena, em Benfica, também na Zona Norte. No carro, havia cartazes com frases indicando uma vingança, como: “Vida paga com vida. Matou inocente, morreu. Não aceitamos covardia”.

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Desde a execução de Francisco Paulo Testas Monteiro, o Tuchinha, na Mangueira, facções criminosas rivais vêm disputando o controle da venda de drogas na comunidade e aterrorizando moradores. Vários pontos do morro foram pichados com inscrições de facção criminosa rival à que dominava a favela.

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Fonte: Extra

 

 

 

 

 

Cadu Playboy, de Cabo Frio, e Russão da Mangueira foram presos.

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Dois traficantes foram presos nesta sexta-feira (7) durante operação conjunta da Polícia Federal e da Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro. Russão da Mangueira, um dos chefes do trafico na Mangueira, na Zona Norte do Rio, e Cadu Playboy, chefe do tráfico em Cabo Frio, foram presos no Morro do Juramento, no Subúrbio.

Segundo informações da Polícia Federal, foram cumpridos mandados de prisão por tráfico de drogas contra ambos. Cadu Playboy, segundo investigaçoes, é suspeito de ser o mandante pelos recentes ataques a ônibus na região e fechamento de comércio e escolas, enquanto Russão, um dos mais perigosos traficantes da Mangueira, seria o responsável pelos últimos conflitos na Mangueira, inclusive o que resultou na morte de um policial militar, no dia 17 de outubro. De acordo com o 25º Batalhão da PM, em Cabo Frio, foram apreendidos R$ 300 mil, pistolas e granada com os dois criminosos.

Carlos Eduardo Rocha Freire Barbosa, o Cadu Playboy, de 27 anos, era foragido da Justiça, já que contra ele havia mandado de prisão expedido por homicídio qualificado pela morte do segurança Harold Peterson Siqueira Pinto, 31 anos, morto no dia 5 de maio deste ano, na comunidade do Jacaré, em Cabo Frio, após um confronto entre traficantes de facções rivais que disputavam pontos de venda de drogas no local.

Cadu já foi preso por quatro vezes. As duas primeiras foram em 2007, por lesão corporal, e 2008, por homicídio. Na primeira vez, em outubro de 2010, foi preso de madrugada ao ser abordado por PMs em Cabo Frio.

Segundo a polícia, Cadu teria envolvimento com traficantes de drogas da favela da Grota, no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio. Cadu também chegou a ser preso em setembro do ano passado, após uma perseguição policial. Ele permaneceu detido por sete meses, mas foi inocentado pela Justiça. Na decisão, o juiz Marcelo Martins Evaristo da Silva, da 1ª Vara Criminal, considerou que não havia provas suficientes contra ele.

O traficante também adquiriu com dinheiro do tráfico, de acordo com a polícia, imóveis localizados em um condomínio em São Pedro da Aldeia, onde na sexta-feira (4), a PM e a Polícia Federal apreenderam três fuzis, sete pistolas, munição, carregadores de AK-47, celulares, cerca de 150 quilos de cocaína e R$ 350 mil em espécie.

Todo o material estava em quatro carros. Os veículos (dois Celtas, um Voyage e um Focus) estavam estacionados na garagem de duas casas de dois andares no Condomínio Cisne Branco. O bandido teria adquirido quatro imóveis e outros 20 terrenos no condomínio, com dinheiro do tráfico e em nome de laranjas. Uma das residências estaria avaliada em R$ 500 mil.

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Fonte: G1

Mudança será anunciada nos próximos dias. Coronel José Luís Castro sai em meio a denúncias de corrupção envolvendo oficiais.

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Está confirmado: o secretário de Segurança José Mariano Beltrame deve anunciar nos próximos dias o coronel Alberto Pinheiro Neto, ex-comandante do Bope e ex-chefe do Estado-Maior da PM, como novo comandante-geral da Polícia Militar. Ele vai substituir o coronel José Luís Castro, que deixa o posto em meio a uma das maiores crises da corporação dos últimos anos, com seguidos escândalos de corrupção envolvendo oficiais, e problemas de segurança nas áreas ocupadas pelas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

A mudança não terá que aguardar o início do novo mandato do governador reeleito Luiz Fernando Pezão, em janeiro. O próprio Pezão, em conversa com o secretário José Mariano Beltrame, pediu que a substituição acontecesse ainda este mês. A troca de comando na PM do Rio foi revelada pelo jornalista Lauro Jardim, em sua coluna online na revista Veja.

Fontes do governo e da área de segurança pública disseram que a situação estava insustentável para o coronel Castro, atual comandante da PM. O coronel Pinheiro Neto é considerado linha dura, mas com prestígio na tropa. Com ele no comando, deverá haver mudanças também no comando das UPPs.

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A notícia da troca no comando da PM acontece simultaneamente a uma nova operação desencadeada pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança, com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público estadual, para cumprir 26 mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira, em vários pontos do Rio.

A ação faz parte das investigações da Operação Amigos S.A., deflagrada em 15 de setembro, que prendeu 26 policiais militares do 14º BPM (Bangu) acusados de cobrar propina de comerciantes, empresários e ambulantes na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os mandados estão sendo cumpridos em endereços comerciais e residenciais de oito investigados: coronel Alexandre Fontenelle, major Carlos Alexandre de Jesus Lucas, major Nilton João dos Prazeres Neto, capitão Rodrigo Leitão da Silva, capitão Walter Colchone Netto, major Edson Alexandre Pinto de Góes, capitão Diego Soares Peixoto e o terceiro sargento Wallace Heiser. O sargento Heiser não estava entre os investigados pela Operação Amigos S.A., mas foi apontado como um dos sócios do coronel Fontenelle em várias empresas.

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Fonte: Jornal O Globo 

 

 

 

 

O grupo de Kadu Playboy seria o responsável pelos ataques a ônibus no último fim de semana.

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Conhecida pelas belas praias, a Região dos Lagos chamou a atenção, na última semana, pela violência. No domingo de eleição, em meio ao segundo turno, quatro suspeitos foram mortos em Cabo Frio, cidade que concentra os maiores problemas ligados à criminalidade. Como represália à ação policial, ônibus acabaram incendiados. Já entre quinta e sexta-feira, em menos de 24 horas, duas operações apreenderam um total de 15 pistolas e três fuzis, além de R$ 430 mil e drogas. Para a Polícia Federal, o cenário tem relação com o uso da região como entreposto por traficantes da capital.

— Com certeza há uma migração de marginais do Rio para a Região dos Lagos. Grandes depósitos daqui, como Alemão e Rocinha, já foram ocupados, e os criminosos estão se descentralizando — afirma o delegado Fábio Andrade, titular da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio da PF, protagonista nas duas apreensões desta semana.

Como era de se esperar, o aumento da violência reflete-se nos números. Nenhuma das 14 Áreas de Segurança Pública Integrada (Aisp) no interior do estado teve mais homicídios nos primeiros oito meses deste ano do que a responsável pela maior parte da Região dos Lagos. Foram 201 ocorrências na Aisp 25 (Cabo Frio), num crescimento de 27% na comparação com 2013.

— Temos monitorado a ação dos marginais constantemente. Depois do que ocorreu no último domingo, precisávamos de uma resposta efetiva nessa área de Cabo Frio, que é a que mais nos preocupa hoje — admite o coronel Ruy França, comandante do 25º BPM, que também atende aos municípios de Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Araruama, Saquarema, Búzios e Iguaba Grande.

Segundo o coronel, que assumiu o posto em dezembro, os índices de violência já apresentaram redução em setembro e outubro — esses dados, porém, ainda não estão disponíveis no site do Instituto de Segurança Pública (ISP), usado pelo EXTRA no levantamento. A melhora só veio após uma faxina no batalhão.

— Afastamos 40 PMs no primeiro semestre, e mudamos a estratégia de combate ao tráfico. A proposta, agora, é atacar os grandes chefões — garante Ruy França.

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Chefão da região

Carlos Eduardo Rocha Freire Barboza, o Kadu Playboy, é apontado pela polícia como o mais importante chefe do tráfico na Região dos Lagos. Seriam dele os 20 terrenos e quatro casas situadas em um condomínio de luxo em São Pedro da Aldeia, localizados na sexta-feira durante uma operação da PF e da PM. Uma das residências teria sido dada de presente a um criminoso conhecido apenas como Denizinho, que seria braço-direito de Kadu.

Atualmente, Kadu, de 28 anos, encontra-se na Favela do Lixo, no bairro Manoel Corrêa, em Cabo Frio, onde comanda a venda de drogas. Contra ele, há um mandado de prisão pendente por homicídio qualificado. Segundo a PM, trata-se da execução de um policial, que teve o corpo incinerado no interior da comunidade em julho de 2013.

Kadu chegou a ser preso em setembro do ano passado, após uma perseguição policial com direito a carro capotado. Ele permaneceu detido por sete meses, quando foi inocentado pela Justiça. Na decisão, o juiz Marcelo Martins Evaristo da Silva, da 1ª Vara Criminal, considerou que não havia provas suficientes: “A incerteza deve conduzir à absolvição”, escreveu.

- No domingo de eleição, três coletivos foram incendiados devido à morte de quatro bandidos durante a madrugada.

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Fonte: Extra

 

 

 

 

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