Policial

Todo material estava escondido dentro de quatro veículos estacionados no local.

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Agentes da Polícia Militar e da Polícia Federal fizeram uma operação em um condomínio de luxo em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. Lá, os policiais apreenderam 142 tabletes de cocaína, três fuzis, sete pistolas, 1 kit para transformar pistola em submetralhadora, munição, um carregador de AK-47, uniformes operacionais, celulares e R$ 350 mil em espécie, além de um caderno com a contabilidade da quadrilha. Todo material estava escondido dentro de quatro veículos estacionados no local.

A ação foi um desdobramento de outra ação, ocorrida na última quinta-feira, em Rio Bonito. Na ocasião, a Polícia Federal e o Ministério Público/GAECO prenderam um homem, de 24 anos, levando grande quantidade de armas, munições, drogas e dinheiro para a Região dos Lagos. O material seria levado a traficantes que atuam em São Pedro d’Aldeia e Cabo Frio. Foram apreendidos 8 pistolas calibre 9 milímetros, equipadas com kit rajada, munição do mesmo calibre, munição de fuzil 556 e cerca de R$ 80 mil reais em dinheiro, além de meio quilo de cocaína.

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Fonte: Extra

 

 

 

Os menores confessaram o crime.

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Policiais da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apreenderam dois adolescentes, nesta quarta-feira, acusados por um homicídio. Os jovens, ambos de 17 anos, teriam executado Jairo dos Santos Correa, no dia 22 de junho deste ano, dentro da sua própria casa, em Magé, na Baixada Fluminense.

Foram apreendidas também as roupas que os dois utilizaram no momento do crime e um pano, usado para limpar o sangue da vítima após o assassinato e jogado em um terreno próximo à casa.

Os agentes chegaram até os jovens através de imagens de lojas próximas à casa de Jairo e na análise de contas telefônicas dos últimos contatos do celular da vítima.

Os menores confessaram o crime. Eles informaram que mantinham relações sexuais com Jairo em troca de dinheiro. Porém, eles não teriam aceiado quando Jairo os forçou a uma suposta penetração anal. A vítima foi executada a sangue frio.

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Fonte: Extra

Segundo a polícia, o casal figurava como autor num inquérito de estelionato na Polícia Civil.

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A Divisão de Homicídios de Niterói investiga o assassinato de um casal, cujos corpos foram encontrados, na manhã desta terça-feira, no quilômetro 312 da BR-101, na altura do Piscinão de São Gonçalo.

As vítimas tinham marcas de tiro no peito e na cabeça, e estavam dentro de um Golf preto, com placa de Cachoeiras de Macacu. Até o momento, só o homem foi identificado, como Cleiton Lopes de Almeida, de 27 anos.

Segundo o delegado Marcos Amim, da Divisão de Homicídios de Niterói, as vítimas foram executadas:

— Aparentemente nenhum pertence das vítimas foi levado. Os dois estavam com celulares, documentos… O Cleiton, inclusive, tinha cerca de R$ 2 mil no bolso, em notas de R$ 100 e R$ 50.

Ainda de acordo com os investigadores, as vítimas foram mortas antes de serem deixadas no acostamento da rodovia, dentro do carro. Cleiton estava deitado no banco traseiro. Já a mulher, estava de bruços no banco do carona. Os dois estavam com roupas de academia.

— Eles foram mortos e depois alguém conduziu o carro até a rodovia, onde foi feita a desova dos corpos — informou o delegado Marcos Amim.

Parentes estão sendo ouvidos neste momento na Divisão de Homicídios de Niterói. O veículo, que tinha uma marca de tiro na porta do carona, foi periciado. Projéteis foram arrecadados e impressões digitais, colhidas.

Segundo a polícia, o casal figurava como autor num inquérito de estelionato na Polícia Civil.

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Fonte: Extra

Caminhão foi incendiado e agência bancária depredada em São Cristovão.

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O Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio de Janeiro está em Cabo Frio após quatro ataques atingirem caixas eletrônicos e veículos na cidade desde a madrugada de domingo (26). A chegada do reforço de 40 policiais foi confirmada pelo comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar, tenente coronel Ruy França, nesta segunda-feira (27). Por medo da violência, o transporte público está totalmente suspenso nas cidades de Cabo Frio, Arraial do Cabo, Búzios e São Pedro da Aldeia. Já nas cidades de Araruama, Iguaba Grande e Saquarema, os ônibus circulam parcialmente. Por conta do problema, aulas foram suspensas em 69 escolas municipais de Cabo Frio e nos distritos de Arraial do Cabo. Em Cabo Frio, os postos de saúde nos bairros Guarani, Nautillus, Vila do Sol e Manoel Corrêa estão fechados.

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De acordo com a PM, os ataques começaram como retaliação após a morte de quatro traficantes em um confronto com a polícia na madrugada de domingo (26).

À noite, criminosos tentaram atear fogo a caixas eletrônicos de uma agência bancária na Avenida Joaquim Nogueira, no bairro São Cristóvão. O Corpo de Bombeiros chegou a tempo de controlar as chamas. No bairro Guarani, um caminhão que estava estacionado na Rua Visconde de Cairú, foi incendiado. Antes, dois ônibus foram incendiados, um às 5h30 e outro às 7h30. Os motoristas da empresa que atende a cidade resolveram voltar para as garagens por medo da violência, o que também deixou a população sem transporte público no dia da eleição.

Escolas municipais de portas fechadas

Os diretores das unidades escolares do município dispensaram os alunos no início da manhã desta segunda. A assessoria da Secretaria de Educação infomou que pela falta de funcionários e por medida de segurança, as 69 escolas da cidade precisaram fechar. No segundo distrito de Cabo Frio, diretores de 23 unidades também devem dispensar estudantes. A assessoria divulgou, por volta das 8h30, que estava ligando para os responsáveis das escolas do segundo distrito, para saber como estava a situação.

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População sem ônibus

Moradores de Cabo Frio e de municípios vizinhos ficaram sem transporte público na manhã desta segunda. A empresa Salineira informou que no início do dia alguns ônibus estavam nas ruas. Mas por volta das 9h, vários coletivos voltaram para a garagem da empresa.

Na manhã de domingo, motoristas também suspenderam o serviço, com o apoio da empresa, depois que um outro ônibus da Salineira, da linha Cabo Frio x Búzios, e um coletivo particular foram incendiados nos bairros São Cristóvão e Guarani, em Cabo Frio, na madrugada de domingo. O veículo particular estava estacionado ao lado de uma garagem utilizada para guardar ônibus de empresas particulares. De acordo com testemunhas, o proprietário entrou em desespero ao ver o ônibus destruído. O veículo era usado para fazer excursões de igrejas na região.

A empresa, após reuniçao com a PM, chegou a reativar o serviço no começo da tarde, mas outro ônibus foi incendiado no bairro Colinas, em São Pedro da Aldeia, com isso, o serviço foi novamente suspenso. O ônibus incendiado no bairro Colinas, por volta das 17h, fazia a linha Baixo Grande x Cabo Frio. Segundo testemunhas, homens armados chegaram de carro, renderam os funcionários que estavam no coletivo e obrigaram passageiros a descerem do ônibus. Eles atearam fogo e fugiram.

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 Entenda o caso

 A Polícia Militar acredita que os ataques tenham sido uma retaliação por conta da morte de quatro traficantes em um confronto, no bairro Manoel Corrêa, durante a madrugada de domingo. De acordo com o comandante do 25º Batalhão de Polícia Militar, tenente coronel Ruy França, uma denúncia anônima informou que um baile funk estava acontecendo na Favela do Lixo. Homens estariam armados com fuzis e coletes balísticos. Ainda segundo a denúncia, várias pessoas estavam consumindo drogas no local.

 Após a informação, o comando da PM decidiu montar uma operação. Cerca de 20 policiais foram em direção à comunidade. O comandante informou ainda que assim que chegaram, traficantes os receberam com vários tiros. A polícia revidou e começou uma intensa troca de tiros. Quatro traficantes foram mortos, sendo um deles considerado como chefe do tráfico de drogas no local. Foram apreendidos três fuzis, duas pistolas, um colete balístico, carregadores de fuzil e pistola, cápsulas de cocaína, um rádio transmissor e diversos celulares.

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O material apreendido foi levado para a delegacia em Cabo Frio. Os corpos dos quatro traficantes foram encaminhados para o Instituto Médico Legal do município. O policiamento está reforçados em São Pedro da Aldeia e Cabo Frio.

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Fonte: G1

Após operação da PM, quatro suspeitos foram mortos, dois ônibus incendiados, e grande quantidade de droga apreendida.

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- A prisão de um flanelinha que vendia drogas próximo a Rua das Pedras, em Búzios, deu origem a tiroteios e atentados que deixaram em pânico a Região dos Lagos na madrugada deste domingo. Quatro pessoas — que seriam traficantes de acordo com a polícia — foram mortas, dois ônibus foram incendiados e a polícia apreendeu grande quantidade de drogas, três fuzis e três pistolas. Entre os mortos, está o traficante PH, chefe da facção criminosa que comanda a distribuição de drogas na Região dos Lagos. Todas as favelas desta facção foram ocupadas pela PM na manhã deste domingo.

O flanelinha foi preso com quatro quilos de maconha numa operação conjunta da Secretaria da Ordem Pública e da Polícia Militar. Para surpresa dos policiais, ele tinha drogas numa bolsa e confessou que oferecia entorpecentes aos turistas que procuravam vagas para os carros na região central de Búzios e nas praias. A prisão aconteceu por volta de três horas da madrugada. O preso indicou os locais onde ficavam os chefes do tráfego, nos bairros Baía Formosa, em Búzios, e no Jardim Peró, na periferia de Cabo Frio.

Os policiais seguiram para os locais e foram recebidos a tiros pelos traficantes. Houve perseguições por várias ruas das duas cidades. Com a morte de PH, os demais líderes da facção criminosa ordenaram protestos em toda a Região dos Lagos. No bairro Manoel Corrêa, houve confronto entre a polícia e bandidos que chegaram a um baile funk numa van e em vários carros particulares. Quatro homens que estavam no baile morreram.

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Por volta das 6h, o comandante do 25º BPM, coronel Ruy França, entrou em contato com o juiz eleitoral para informá-lo da situação e sugerir reforços para os ônibus que transportavam as urnas eletrônicas para os locais de votação em Búzios e Cabo Frio. Logo depois, bandidos ligados aos traficantes mortos se revoltaram e incendiaram um ônibus da Viação Salineira que estava estacionado na Praça de São Cristóvão. Outro grupo incendiou um ônibus de turismo no Jacaré.

Por causa do clima tenso em vários bairros da cidade, a delegacia de Cabo Frio adotou o regime de prontidão:

– Hoje será um dia difícil, pois estamos com policiais espalhados em vários locais de votação. Vamos reforçar o policiamento nas comunidades que partilham da mesma facção criminosa para garantirmos a paz. Policiais que estavam de folga ou iriam se apresentar somente à tarde foram convocados para apoiar esta operação – disse o coronel França

No final da operação, o subtenente Mauro Bernardo tentou acalmar os parentes dos mortos:

– Quem matou seus filhos foram os traficantes que incentivaram o confronto com a polícia – disse o subtenente.

O prefeito de Búzios, André Granado, entrou em contato com o comandante do Batalhão na manhã deste domingo e recebeu a informação de que, apesar do clima tenso, as eleições transcorrem com tranquilidade na Região dos Lagos.

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Fonte: O Globo

 

 

 

 

Os agentes fingiram aceitar o valor e Adilson usou seu celular para chamar dois mototaxistas.

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Policiais do Batalhão de Choque (BPChoque) prenderam um homem após ele ter oferecido R$ 10 mil para não ser levado para a delegacia. Adilson Rosa Lima Junior, de 24 anos, foi abordado pelos agentes na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Depois dos agentes terem encontrado 0.9 gramas de maconha com ele, Adilson foi avisado que seria encaminhado para a delegacia. Para evitar ser levado, ele ofereceu o dinheiro aos PMs.

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Os agentes fingiram aceitar o valor e Adilson usou seu celular para chamar dois mototaxistas. Os homens chegaram ao local com o valor todo em espécie, oferecendo aos policiais. Os três foram levados para a 22ª DP (Penha) e presos em flagrante. Adilson irá responder por porte de drogas, corrupção e associação para o tráfico. Marcus Vinicius de Oliveira Barros e Alexsandro Souza da Silva responderão por corrupção e associação para o tráfico.

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 Fonte: Extra

 

 O pedágio de 300 caixas de cerveja estipulado pelos bandidos.

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Há dez dias, uma cervejaria está proibida de entrar na favela Vila Aliança, em Bangu, por ordem do tráfico de drogas. O motivo: funcionários da empresa se recusaram a pagar o pedágio de 300 caixas de cerveja estipulado pelos bandidos. Comerciantes da favela e funcionários da cervejaria contam que, no último dia 14, uma terça-feira, cerca de dez bandidos armados abordaram um caminhão da empresa na Estrada do Taquaral, um dos principais acessos da favela, e avisaram que a entrada dos veículos da marca estava proibida. Desde então, caminhões da empresa não fazem entregas dentro da comunidade e nem circulam pelas redondezas.

— Agora, nós estamos tendo que buscar todos os produtos que essa cervejaria vende (cerveja e refrigerantes) em depósitos na Zona Oeste, o que encarece demais o custo, por causa do transporte — afirma um dono de um bar situado dentro da Vila Aliança, que pediu para não ser identificado.

Segundo o comerciante, a quantidade de cerveja pedida pelos traficantes seria usada para abastecer a Parada Gay da favela, realizada no último domingo, e bailes funk realizados pelos traficantes.

Por telefone, um funcionário da empresa confirmou a denúncia.

— Isso mesmo, tem duas semanas que não estamos entregando nada na Vila Aliança. Na segunda-feira, atendi todo mundo, mas na terça-feira não teve como liberar pedido nenhum para a favela. Os caras (traficantes) pararam o caminhão na terça-feira. Aí o supervisor da entrega passou para o supervisor da venda que não podia mais entregar — afirmou o homem.

Na última segunda-feira, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) transferiu a votação em cinco escolas dentro da Vila Aliança para fora da favela. A decisão, da juíza da 24ª Zona Eleitoral, Paula Fernandes Machado de Freitas, foi motivada pela falta de segurança no local e pela presença de traficantes armados, o que demandaria a mobilização de um grande contingente de policiais para fazer o patrulhamento nos colégios.

Um dia depois, o plenário do TRE-RJ reformou a decisão. Na favela, onde votam 30 mil eleitores, policiais precisaram usar blindados para se locomover no primeiro turno.

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Fonte: Extra

 

 

 

Três pessoas ficaram feridas no confronto.

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O policiamento no Complexo do Lins, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio, está reforçado, na manhã desta quinta-feira. Os agentes estão em busca dos bandidos que trocaram tiros com agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, na noite desta quarta, e incendiaram dois contêineres usados pelos PMs. Um menor suspeito de participação nos ataques foi apreendido e levado para a 25ª DP (Engenho Novo).

A troca de tiros no Lins foi por volta das 21h. Três pessoas ficaram feridas no confronto: um policial, um, menor e um jovem de 22 anos. Logo depois, a base da UPP, na Rua Dona Francisca, foram atacadas. Bombeiros foram acionados para controlarem as chamas. De acordo com os PMs, pertences dos agentes foram roubados. Um carro da polícia também teria sido depredado.

Enquanto o fogo cruzado acontecia, moradores da região ficaram assustados. Pelas redes sociais, eles relataram como estava a situação. “Tiros no Lins agora. Na altura da comunidade da Cachoeirinha”, escreveu um usuário do Twitter. “Galera, cuidado. Muitos tiros na região do Lins. Rajadas! Muitas!!!”, informou outro.

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 Fonte: Extra

 

Carretas da empresa foram perfuradas por disparos.

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Três caminhões da Souza Cruz foram rendidos, na manhã desta quinta-feira, na Pavuna, na Zona Norte do Rio. Segundo agentes do 41º BPM (Irajá), cerca de 20 criminosos, fortemente armados, renderam os motoristas dos três veículos logo na saída do depósito da empresa. A polícia foi acionada e seguiu os veículos roubados. Houve troca de tiros alguns metros depois. Segundo as primeiras informações, dois bandidos ficaram feridos no confronto. Carretas da empresa foram perfuradas por disparos.

O caso aconteceu por volta das 10h30m. Segundo testemunhas, todos os bandidos estavam armados com fuzis. A carga de cigarros foi toda recuperada pela polícia.

Dois caminhões foram abandonados na Rua Palas após o confronto com a polícia. Um terceiro teria sido levado para a Estrada Botafogo. Após abandonarem os veículos, o bandidos fugiram em quatro picapes pretas. Eles fecharam a Av. Pastor Martin Luther King e seguiram para a Fazenda Botafogo. O caso será registrado na 39ª DP (Pavuna).

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Fonte: Extra

 

 

Criminosos teriam perguntado às vítimas se eram traficantes.

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O menino de 12 anos que sobreviveu à chacina de segunda (13) em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, contou a investigadores da Polícia Civil que só escapou de ser assassinado porque as balas dos criminosos acabaram, pouco depois de ser atingido na barriga. Antes, eles perguntaram aos seis jovens se eram traficantes. Os outros 5 morreram.

Em nota, a Anistia Internacional condenou a violência e lembrou que o Brasil é um dos países com mais homicídios no mundo. “A Anistia Internacional manifesta seu repúdio à violência indiscriminada que atinge os jovens brasileiros, em especial moradores de favelas e bairros de periferia”, diz o texto.

O delegado titular da Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense, Pedro Henrique Medina, disse nesta terça-feira que a principal linha de investigação da chacina ocorrida na noite de segunda (13) no Parque Paulista é a ação de grupos de extermínio. Por volta das 20h30, um bando de cinco criminosos encapuzados chegou de carro e atirou contra os seis jovens que tinham entre 12 e 21 anos. Segundo a policia, três morreram no local e outros dois após atendimento no hospital. O único sobrevivente foi o menino de 12 anos, que segue internado.

“Ainda estamos apurando a motivação dos crimes. É um caso difícil, já que os atiradores usavam toucas ninjas. Pelo modus operandi, tudo indica que foi uma ação de um grupo de extermínio”, explicou.

De acordo com o delegado, um dos jovens mortos tinha passagem pela polícia. Policiais da Divisão de Homicídios dizem que o motivo da prisão seria por roubo. Para o titular, essa informação ainda não indica uma motivação para as mortes. “Apesar da passagem, ainda não é possível fazer alguma ligação”, disse Medina.

Ainda segundo o delegado, a polícia já realizou ações contra o tráfico e contra grupos de milícia anteriormente na região do Parque Paulista. No entanto, ainda é prematuro definir se os ataques teriam partido de um desses grupos.

“Ainda vamos ouvir familiares em um segundo momento. A linha de investigação de grupos de extermínio pode significar uma ordem para limpar a área, por exemplo. Existem ações como essa que estão inseridas no contexto de atuação da milícia ou da briga de facções, mas ainda é prematuro dizer”, declarou.

Os jovens maiores de idade foram identificados como Denis Alberto de Jesus e Paulo Sérgio, ambos de 18 anos. Um deles, segundo testemunhas, estaria usando uniforme da escola. Segundo moradores do local, os menores se conheciam e estavam juntos na rua na hora do crime, após uma partida de futebol.

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Pedido de paz e justiça

Moradores do Parque Paulista se reuniram na esquina das ruas 36 com a 22, local dos crimes, com cartazes pedindo paz e o fim da violência na região. Segundo eles, as mortes foram uma “covardia”.

“Eles passaram atirando por volta de 20h30 da noite. Foi uma covardia, poderia ter sido qualquer um de nós. Eram crianças que estavam voltando para casa depois do futebol”, explicou a cunhada de uma das vítimas, que preferiu não se identificar.

Por volta das 11h desta terça, ainda era possível ver um lençol e sacos plásticos sujos de sangue no local das execuções. A PM fazia patrulhamento na região.

Para a população, o bairro sofre com a falta de policiamento ostensivo e com o aumento dos assaltos. “Saio para trabalhar com medo, os bandidos chegam armados e roubam todo mundo no ponto de ônibus”, relatou outra moradora, que também preferiu ter sua identidade em sigilo.

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Fonte: G1

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