Policial

Quadrilha que atua no ramo naval pode ter desviado mais de R$ 6 mil de uma empresa em Niterói. Duas pessoas foram presas e cinco armas apreendidas.

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Policiais da Delegacia de Defraudações (DDEF) realizaram, na manhã desta quinta-feira, operação para desarticular uma associação criminosa que atua no ramo naval e pode ter desviado mais de R$ 6 milhões de uma empresa em Niterói. Duas pessoas foram presas e cinco armas apreendidas.

Segundo os agentes, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em residências e empresas localizadas em Niterói e São Gonçalo. José Manuel Nunes de Almeida, 65 anos, e José Antônio da Cruz Duro, 57 anos, foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Nos locais foram apreendidas quatro CPUs, dois laptops, documentos contábeis, além de duas pistolas, dois revólveres e uma espingarda.

Ainda de acordo com os policiais, as investigações iniciaram em 2013 para apurar a prática dos crimes de associação criminosa, crime contra economia popular, frustração de direito assegurado por lei trabalhista, estelionato e lavagem de capitais. Os autores utilizavam uma empresa como “laranja” com o intuito de lesar uma companhia concorrente. Eles coagiam os funcionários da empresa lesada a se demitirem sem fazerem jus às verbas rescisórias, além de desviar bens por meio de notas fiscais e ocultar a origem ilícita de infrações penais, chegando a superar o valor de R$ 5 milhões.

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Fonte: Jornal o Dia

Perguntada porque queria assumir a culpa do crime praticado por Denise Alexsandra respondeu que foi por amor.

20150323_181558(Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Policiais civis lotados na 66ª Delegacia Policial de Piabetá prenderam, no início da tarde desta segunda feira (23/03/2015), a nacional Denise de Moraes Gomes, em frente à residência da vítima, localizada em Piabetá.

Denise vive em união homofetiva com a ex-companheira de Benedito, Alexsandra Santos de Oliveira  (31 anos), sendo que a filha de da vítima e Alexsandra (C.O.T. – 13 anos), vive com a mãe e sua companheira.

 No início da tarde de domingo, Denise queria que C.O.T. a acompanhasse a um terreiro de “macumba”, porém, a menina queria ir à igreja, motivo que levou Denise a bater em COT, colocando-a de roupa embaixo do chuveiro de água fria.

COT fugiu para a casa de seu pai, onde ficou até por volta das 21 h de domingo, quando Alexsandra e Denise chegaram ao local e invadiram o  quintal, sendo expulsa do local, porém, iniciando-se um conflito generalizado entre as duas e familiares de Benedita,

Durante o conflito, Denise desferiu diversas facadas em Benedito, atingindo-o no olho direito, perdendo a visão, pescoço e abdômen, onde levou cerca de 35 pontos cirúrgicos.

Denise ainda deu uma facada no braço da irmã de Benedito, Sebastiana Serrati Thomaz Rodriguews(40 anos), que poderá ficar defeituosa.

Enquanto Benedito e Sebastiana foram ser medicados no Hospital Geral de Saracuruna, Alexsandra e Denise compareceram à sede da 66ª DP, durante a madrugada, e alegaram ter sido vítimas de agressão praticada por Benedito, visto que Denise estava com um ferimento no queixo, produzido pelo ex-marido de sua companheira com um pedaço de pau, para defender-se.

Iniciando as diligências na manhã de hoje, Benedito contou sua versão dos fatos, tendo Denise, quando novamente levada à sede da 66ª DP, dito que quem havia dado as facadas nas vitimas havia sido Alexandra. Esta, a princípio, também admitiu ter dado as facadas nas vítimas, sendo ambas desmentidas por várias testemunhas.

Alexsandra admitiu que quem realmente dera as facadas nas vítimas havia sido Denise. perguntada porque queria assumir a culpa do crime praticado por Denise Alexsandra respondeu que foi por amor.

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Ascom/66ª DP

Um carro roubado e uma moto, ambos com placas de Magé, interior do Rio, também foram encontrados.

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Uma grande operação da Polícia Militar interceptou um suposto ataque a policiais em Rio das Ostras, Região dos Lagos do Rio, na madrugada deste domingo (22). Dois homens e quatro jovens foram detidos na RJ-162, após a inteligência da polícia receber informações de que eles estariam deixando o Rio de Janeiro para se juntar a traficantes das comunidades Malvinas e Nova Holanda para a execução de agentes da PM. Com eles foram encontrados armamento pesado como um fuzil calibre 5.56, uma espingarda calibre 12 e uma pistola 9 mm. Além de 2.160 pinos de cocaína, equivalentes a 5 kg da droga, e 360 buchas de maconha, que pesam 1,700 kg. Um carro roubado e uma moto, ambos com placas de Magé, interior do Rio, também foram encontrados. A operação também contou com o apoio de policiais de Macaé, interior do Rio.

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Segundo a Polícia Militar, os homens saíram do Rio de Janeiro no início da madrugada com destino a Rio das Ostras para se juntar a traficantes do município em um ataque que seria realizado neste domingo (22) com o objetivo de executar entre três ou quatro agentes da polícia. Ainda de acordo com a PM, o ataque foi organizado por traficantes da comunidade das Malvinas e Nova Holanda, como forma de vingança pelas apreensões de drogas realizadas nas localidades nos últimos sete meses.

A ocorrência foi registrada na 123ª DP de Macaé, onde os dois homens ficaram presos e os quatro jovens apreendidos, assim como todo o material encontrado. Todos eles vão responder pelo crime de tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. A polícia continua investigando o caso.

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Fonte: G1

A dupla estava dentro de um coletivo que saiu da Praia do Anil, em Mauá – Magé

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Dois adolescentes de 17 anos foram apreendidos na noite desta quarta-feira (18) quando chegavam a Petrópolis, na Região Serrana do Rio, com 340 cápsulas de cocaína e 16 frascos de ‘loló’. A dupla estava dentro de um coletivo que saiu da Praia do Anil, em Mauá, bairro de Magé, na Baixada Fluminense. O ônibus foi abordado por volta das 20h já no município serrano, no bairro Alto da Serra, em uma operação de rotina do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da localidade.

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De acordo com os agentes, eles confessaram que tinham comprado o material entorpecente na favela do Parque União, no Rio de Janeiro, para revender no bairro Independência, onde moram. Eles foram conduzidos para a 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro. Os dois devem ser apresentados à Vara da Infância e Juventude nesta quinta-feira (19).

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Fonte: G1

Justiça desclassificou acusação de homicídio qualificado contra Fábio Raposo e Caio Silva de Souza, presos no ano passado.

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Após a Justiça mandar soltar a dupla envolvida na morte do cinegrafista Santiago Andrade, o Ministério Público estadual informou, na noite desta quarta-feira, que vai recorrer da decisão. Por dois votos a um, a 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) desclassificou a acusação de homicídio qualificado contra Fábio Raposo Barbosa e Caio Silva de Souza, presos desde o ano passado no Complexo de Gericinó.

O MP disse que a prova de participação dos dois no assassinato do profissional da TV Bandeirantes, em fevereiro de 2014, “emerge das próprias imagens veiculadas pela imprensa”. Diz o comunicado ainda que, “no contexto de uma manifestação, havia previsibilidade por parte dos agentes, que assumiram o risco de produzir o óbito”.

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A Justiça determinou a expedição de alvarás de soltura, e, portanto, Fábio e Caio podem deixar a cadeia a qualquer momento. Eles seriam submetidos a júri popular. Ao julgar o recurso da defesa dos réus, o relator do processo, desembargador Marcus Quaresma Ferraz, mantinha todos os termos da sentença de pronúncia da 1ª instância. No entanto, o relator acabou vencido pelos votos do desembargador Gilmar Augusto Teixeira e da desembargadora Elizabete Alves de Aguiar, que acolheram a tese de não ter ficado comprovada na denúncia do MP a ocorrência do dolo eventual.

O processo sai agora da competência do 3º Tribunal do Júri e volta para uma das varas criminais comuns da Comarca da Capital. O promotor que receber o caso terá que oferecer uma nova denúncia, dando uma outra classificação à conduta dos dois acusados, que poderá ser, entre outras, a de homicídio culposo. A decisão da 8ª Câmara Criminal não significa a absolvição dos acusados.

Para conseguir a mudança, o defensor público Felipe Almeida, que defende Fábio, argumentou que não havia intenção de matar na hora em que seu cliente e Caio acenderam o rojão.

— A forma como o rojão foi deflagrado mostra que não havia a intenção de matar. Ele não foi apontado na direção do cinegrafista, mas aceso em um canteiro. O rojão subiu, fez uma curva, e atingiu o cinegrafista — diz Felipe.

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Fonte: O Globo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Detran informou que está providenciando a integração do SEI com o banco de dados do setor de habilitação.

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Acusado pela polícia de ser um dos pistoleiros da maior milícia do Rio de Janeiro, Jaime Soares Rocha Filho, o Mão de Seda, procurou um posto do Detran, localizado num bairro onde o grupo paramilitar tem forte influência, para renovar a sua Carteira Nacional de Habilitação. Mesmo com a prisão decretada desde agosto de 2013, Mão de Seda entrou e saiu tranquilamente do Detran de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, onde renovou sua carteira no dia 1º de agosto de 2014.

O órgão administra o banco de dados do Sistema Estadual de Identificação (SEI), que inclui, entre outros dados, as anotações criminais de quem está foragido da Justiça. Jaime foi preso domingo, numa blitz da Lei Seca, em Itaguaí. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. Os agentes checaram o banco de dados da Secretaria estadual de Segurança Pública e descobriram que havia um mandado de prisão em seu nome.

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Quando renovou sua CNH, Mão de Seda tinha nove pontos em seu prontuário de motorista. No fim de 2014, por conta das infrações de trânsito cometidas, esse número saltou para 16, faltando apenas quatro pontos para o limite máximo permitido para cada condutor no período de um ano. Com 20 pontos, o direito de dirigir é suspenso automaticamente pelo Detran.

O Detran informou que está providenciando a integração do SEI com o banco de dados do setor de habilitação para evitar que episódios como esse se repitam.

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Fonte: Extra

Agressor ameaçava companheira de morte.

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Policiais civis lotados na 66ª Delegacia Policial Piabetá, prenderam nesta terça-feira 10/03/2015, o nacional Antônio Carlos Soares da Silva de 32 anos, acusado de ter agredido sua companheira R.S.A. (17 anos), que estava grávida de dois meses, provocando-lhe o aborto.

Antônio Carlos  e R.S.A. se conheceram em Janeiro de 2015, indo residir juntos no bairro Jardim Nazareno Piabetá – Magé, com ela engravidando logo em seguida. Com o passar do tempo, segundo testemunhas, ele passou a agredi-la constantemente com socos e chutes, jogando-a no chão e pisando em seu pescoço e barriga, além de esganá-la, chegando em meados de Fevereiro, a jogar uma panela de água quente na vítima, provocando-lhe queimaduras no tórax e braços.

R.S.A. contou seu drama a algumas pessoas, porém, pedia para que não comunicassem à Polícia, devido às ameaças de morte feitas por Antônio Carlos.

No dia de ontem (09/03), após ser novamente agredida, R.S.A. foi levada por seu companheiro ao Hospital Municipal Vereador Hugo Braga, em Piabetá – Magé, onde disseram que ela tinha sido vítima de uma queda no box do banheiro da residência, pois estava com grande sangramento na boca, inclusive com perda de dentes, e sangramento vaginal. Após ser submetida a uma ultrassonografia, verificou-se que a criança estava morta, sendo feita uma curetagem.

Durante a curetagem, longe de Antônio Carlos, R.S.A. disse que havia sido novamente agredida por Antônio Carlos, que lhe deu forte soco na boca, originando sua queda, e dando-lhe joelhadas na barriga.

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Antônio Carlos foi autuado em flagrante e conduzido a 66ª DP de PIABETÁ, sob administração do delegado, Dr. Antonio Silvino, que deverá classificar o fato como incurso nas penas do artigo 129, § 2º, V (lesão corporal grave, provocando aborto) do Código Penal, podendo ser condenado à pena de 2 a 8 anos de reclusão.

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Antonio Alexandre, Magé Online.com 

Polícia investiga morte de bebê de dois meses na Baixada Fluminense.

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A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de um bebê de dois meses em Piabetá, distrito de Magé, na Baixada Fluminense. O corpo do menino está no IML (Instituto Médico Legal) de Caxias para exame de necropsia. O caso foi registrado na Delegacia de Piabetá (66ªDP).

Segundo a polícia, a mãe e a avó da criança prestaram depoimento. Uma perícia já foi feita no local. Os investigadores aguardam o resultado do laudo pericial.

A Polícia Civil não informou se o bebê tinha sinais de agressão.

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Fonte: R7

‘Enxugando gelo’, lamentou secretário, pedindo discussão sobre punição.

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A Polícia Civil, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado(Gaeco) do Ministério Público e a Subsecretária de inteligência detiveram 12 pessoas nesta quinta-feira (5) em uma operação de combate ao tráfico em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Segundo as investigações, pelo menos 30% dos integrantes da quadrilha são menores de idade. O traficante Schumacher, apontado como o chefe do tráfico na região, segue foragido.

“Temos 30% da quadrilha composta por menores de idade. Praticamente metade da quadrilha com uma folha criminal bem extensa, incluindo homicídio, latrocínio e tráfico de drogas”, explicou Fabio Galvão, subsecretário de inteligência da Secretaria de Segurança.

25 presos

De acordo com a Subsecretaria de Inteligência, 13 pessoas já haviam sido presas durante as investigações. Nesta quinta, seis suspeitos foram presos e seis menores, apreendidos. No total, 25 suspeitos já foram detidos, incluindo os menores.

“Os adolescentes, anteriormente, ocupavam funções de menor importância. Hoje, alguns são gerentes gerais de bocas de fumo. Outros, sem antecedentes, são postos como aviões. Alguns têm funções de contenção”, disse Daniel Braz, promotor do Gaeco.

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O secretario de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, comentou que, enquanto a legislação não mudar com relação a menores de idade, a policia carioca vai “enxugar gelo”:

“A atuação de menores em altas posições no trafico é uma tendência que esta aumentando nos últimos anos. Essa é uma realidade na maior parte das favelas do Rio, temos dados sobre isso. Já se passou da hora de se rever as punições para eles”, exclamou o secretário.

Segundo o secretario, mais de 30 mil pessoas foram presas em 2014. Destes, pelo menos três mil voltaram ao presídio no mesmo ano. “Às vezes, um trabalho de sete, oito meses de investigação é jogado fora, e a policia tem que investigar de novo”, lamentou.

Morte de policial

Segundo a Subsecretaria, as investigações começaram em agosto de 2014, após a a morte do policial Militar David Athanazio.

“A partir disso, começamos a investigação e prendemos um dos supostos autores, um menor de idade. Foi feito o pedido de quebra de sigilo telefônico de traficantes, e a partir disso identificamos mais envolvidos com o tráfico e especificamos a função de cada um dentro da organização”, explicou Daniel Braz. “Pedimos a apreensão de 12 menores envolvidos. Uma parte desses agentes ligados ao tráfico também praticava roubos, de veículos e pedestres”, explicou.

De acordo com a Subsecretaria de Inteligência, 13 pessoas já haviam sido presas durante as investigações. 12 pessoas haviam sido presas na operação até a manhã desta quinta, incluindo seis menores apreendidos. A operação seguiria durante a tarde.

Foram expedidos, no total, 37 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão para menores de idade.

Foram utilizadas 50 equipes, num total de 200 homens envolvidos.

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Fonte: G1

Foram apreendidas 70 cápsulas de cocaína e 10 trouxinhas de maconha.

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Um adolescente de 16 anos foi surpreendido pela Polícia Militar (PM) quando chegava à Petrópolis, na Região Serrana do Rio, com 70 cápsulas de cocaína e 10 trouxinhas de maconha no fim da noite deste domingo (1º). O menor foi abordado na Serra Velha da Estrela, por volta das 23h, dentro de um coletivo que faz a linha Magé-Petrópolis. A ação foi feita por agentes do DPO do Alto da Serra após receberem a denúncia sobre tráfico de drogas no trecho.

De acordo com os agentes, o adolescente confessou que havia comprado a carga na favela do Parque União, no Rio de Janeiro, para revender no município serrano. Ele não informou, no entanto, quanto pagou pela carga e disse que venderia o material entorpecente na comunidade do Morro Florido, na Estrada da Saude, onde mora.

Ele foi levado para a 105ª Delegacia de Polícia, no Retiro, onde aguarda para ser apresentado, na manhã desta segunda-feira (2), à Vara da Infância e Juventude. O menor foi autuado pelo fato análogo por tráfico de drogas.

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Fonte: G1

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